Randolfe admite que 6x1 não será votada antes do 1º turno e culpa Flávio
Líder do governo Lula diz que foi consultado por Alcolumbre sobre votação e que optaram pelo adiamento. PEC pode ficar para outubro

O líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), admitiu, nesta quarta-feira (2/9), que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1 não será votada em plenário neste esforço concentrado e atribuiu a isso uma “ação coordenada” do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL). Com isso, a votação ficará para depois do 1º turno das eleições.
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O petista disse, em entrevista à imprensa, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não tinha garantia de conseguir os votos suficientes para aprovar a redução da jornada — que precisa de 49 votos para ser aprovada em dois turnos de votação. Com isso, o parlamentar estipula que a votação deverá ficar para outubro, mais provavelmente entre o primeiro e o segundo turno.
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Randolfe disse que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), de quem é aliado no Amapá, tinha boa vontade com a PEC, e que perguntou à líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), sobre colocar a proposta em votação. No entanto, o governo não tinha segurança sobre o placar.
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