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Operação Game Over: há indícios de que influenciadora fugiu do país, diz PC

Agentes apreenderam quatro veículos de luxo de propriedade dela; investigada viajou para Dubai, na semana passada


				
					Operação Game Over: há indícios de que influenciadora fugiu do país, diz PC
Operação Game Over: para PC, há indícios de que influenciadora fugiu do país. Reprodução/TV Pajuçara

Na noite dessa segunda-feira (17), a Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) conseguiu localizar e apreender mais dois veículos de luxo, que pertencem a uma mesma influenciadora digital, investigada na Operação Game Over. Para o delegado Lucimério Campos, há indícios de que a blogueira deixou o país para “se furtar à responsabilidade penal”. Ele viajou para Dubai, na semana passada.

Somente dessa investigada, a polícia apreendeu quatro veículos. Um Corvette avaliado em R$ 1,4 milhão e uma Pajero foram localizados no estacionamento do Aeroporto Zumbi dos Palmares. Outros dois foram apreendidos durante os mandados de busca na residência dos investigados.

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“Há fortes indícios que apontam para isso (fuga), pela forma como a residência foi encontrada, com as coisas apressadamente abandonadas e também pelo fato de que os carros estavam no aeroporto, colocados lá justamente no período em que a operação já se avizinhava. Então, os indícios agora são fortíssimos de que eles deixaram o país para se furtar à responsabilidade penal”, afirma Lucimério.

Além dos carros dela, a polícia também apreendeu um Fastback que pertence a uma ex-assessora da influenciadora.

As investigações apontam que os influenciadores ganhavam fortunas para divulgar as plataformas, mostrando ganhos irreais, para induzir seguidores a realizar apostas no “jogo do tigrinho”.

“Havia ali uma fraude em que eles jogavam na plataforma de demonstração, mas afirmavam que estavam tendo ganhos que, na verdade, é uma plataforma feita para testes e que as pessoas que jogavam acessavam um link secundário que eles divulgavam, que esse sim, as pessoas só perdem dinheiro”, explicou o delegado, em entrevista à TV Pajuçara.

Segundo ele, a investigação serve também para alertar as pessoas contra esse tipo de crime. “Essa é uma preocupação da Polícia Civil, porque têm muitas pessoas sofrendo com o vício desse jogo, que está tirando as finanças, principalmente das mais pobres e está se tornando um problema de saúde pública. A gente entende que a operação tem esse viés educativo, de orientar pessoas que não pratiquem esse jogo, que é um jogo de azar, malicioso, e pessoas estão influenciando - de forma criminosa - inocentes para que caiam nesse golpe do tigrinho”.

Apesar de a prática do jogo de azar ser uma contravenção penal, os investigados podem responder pelo crime de estelionato. A Delegacia de Estelionato solicitou o bloqueio de R$ 38 milhões, mas o total da apreensão não foi calculado. “O valor será divulgado quando ocorrer o fechamento de todas as apreensões das contas e aplicações financeiras dos investigados”, diz nota divulgada pela PC.

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