Graves sequelas: saiba como vive jovem que foi dopada e estuprada em Coité do Noia
Principal investigado pelo crime, Victor Bruno da Silva, de 18 anos, entregou-se à Polícia Civil
A vida de Maria Daniela Ferreira, de 19 anos, mudou completamente após ser vítima de violência sexual, agressões físicas e asfixia no município de Coité do Noia, no Agreste de Alagoas. Desde o crime, a jovem convive com graves sequelas neurológicas e precisa da ajuda da família para realizar atividades básicas do dia a dia.
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Segundo a mãe, Maria Daniela vive muito triste desde o ocorrido. Ela contou que a filha tem dificuldade para se expressar, movimenta-se lentamente e apresenta limitações motoras visíveis. A rotina da jovem inclui sessões de fisioterapia, além do uso contínuo de medicamentos, incluindo injeções.
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A família relata que as sequelas deixadas pela violência mudaram completamente a rotina de Maria Daniela. O tratamento segue com acompanhamento médico e terapêutico, na tentativa de recuperar parte dos movimentos e da comunicação comprometidos pelas agressões.

O caso ganhou repercussão após o pai da vítima, conhecido como Beto do Bode, cobrar justiça pela filha. Segundo ele, Maria Daniela foi dopada, vítima de violência sexual, agredida e asfixiada. As agressões provocaram um traumatismo craniano grave, e a jovem permaneceu em coma por vários dias antes de iniciar o processo de recuperação.


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Suspeito se entregou
O principal investigado pelo crime, Victor Bruno da Silva, de 18 anos, conhecido como "Vitinho", entregou-se à Polícia Civil nesta sexta-feira (10), após permanecer foragido. Ele foi localizado em um imóvel da família, no município de Taquarana, e, em seguida, encaminhado para Maceió.
Após ser apresentado na Delegacia-Geral da Polícia Civil, o suspeito passou por audiência de instrução, prestou depoimento pela primeira vez e teve a prisão preventiva mantida pela Justiça.

As investigações apontam que Maria Daniela foi vítima de violência sexual, agressões físicas e asfixia. O inquérito policial será encaminhado ao Ministério Público (MP), que dará continuidade ao processo criminal.
