Caso Amanda: PM abre investigação e militares recebem atendimento psicossocial
Guarnição envolvida é composta por quatro cabos; matérias jornalísticas embasaram abertura de processo na Corregedoria

A Corregedoria da Polícia Militar de Alagoas (PMAL) instaurou, nesta quarta-feira (9), uma investigação para apurar os fatos acerca da ocorrência policial que resultou na morte da comerciária Amanda Ruanne Lopes da Silva, de 32 anos, no último sábado (5), na comunidade Aldeia do Índio, bairro Jacintinho, em Maceió.
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Também nesta quarta (9), o comando do 13º Batalhão de Polícia Militar de Alagoas encaminhou todos os militares envolvidos na ocorrência ao Centro Integrado de Assistência Social (CIAS), para receber atendimento psicossocial, bem como as orientações e o acompanhamento que o caso requer.
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De acordo com o comando do batalhão, o encaminhamento é para proporcionar aos quatro cabos o suporte necessário diante das circunstâncias vivenciadas durante a ocorrência, contribuindo para o adequado acompanhamento e assistência institucional.
No caso da Corregedoria, a investigação foi aberta após e com base nas matérias jornalísticas que noticiaram o fato. A Polícia Civil já está apurando o caso.


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No relato do comando do 13º BPM, a ocorrência foi para averiguar uma denúncia de tráfico e porte de arma de fogo e que, durante a ocorrência, uma mulher teria avançado contra um dos policiais e tentado tomar-lhe a arma.
O comando conclui que, em meio à confusão, ocorreu um disparo, que atingiu a mulher e, embora socorrida, morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro.
