Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

AGU diz que Fachin restaura ordem ao suspender decisões de Mendonça e Dino

Advocacia-geral da União disse em nota que decisão "reafirma a prerrogativa constitucional privativa do presidente da República"


				AGU diz que Fachin restaura ordem ao suspender decisões de Mendonça e Dino
Rosinei Coutinho/STF

A AGU (Advocacia-Geral da União) disse nesta quarta-feira (9) que a decisão do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, restaura a ordem pública e administrativa.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Em nota, a AGU diz que a medida “reafirma a prerrogativa constitucional privativa do presidente da República para prover e desprover os cargos de direção da Polícia Federal”.

Leia também

“Com isso, também são restabelecidas as condições necessárias ao regular funcionamento das atividades da Polícia Federal, instituição essencial à segurança pública e ao Estado Democrático de Direito”, afirmou.

Além disso, a AGU também afirma que “ao contrário de narrativas plantadas na imprensa, o órgão, desde o primeiro momento, optou pelo diálogo institucional, pela prudência e pelo respeito às prerrogativas constitucionais dos Poderes da República, atuando, como sempre o fez, nos limites das balizas de suas atribuições e em defesa dos interesses da União”.

Shorts Youtube
Play
Defesa de PM diz que jovem baleada deveria ter respeitado ordem: "Policial tem que reagir à altura"

Defesa de PM diz que jovem baleada deveria ter respeitado ordem: "Policial tem que reagir à altura"

Play
Cena inusitada! Mulher é flagrada sobre botijão na garupa de moto em Itajaí

Cena inusitada! Mulher é flagrada sobre botijão na garupa de moto em Itajaí

Play
Manchas de óleo são registradas no litoral sul de AL um dia após ocorrência em Maceió

Manchas de óleo são registradas no litoral sul de AL um dia após ocorrência em Maceió

Play
Candidatos a vice testam popularidade em agendas solo de campanha em Arapiraca

Candidatos a vice testam popularidade em agendas solo de campanha em Arapiraca

Play
Assembleia Legislativa discute nesta quarta concessão de honrarias a ministros

Assembleia Legislativa discute nesta quarta concessão de honrarias a ministros

Messias argumenta que a decisão de Fachin contribui para a preservação da paz social e da estabilidade institucional. O advogado-geral da União elogia ainda a condução de Fachin sobre o caso e se refere ao ministro como sóbrio e prudente.

“Para além da solução do caso concreto, a decisão do ministro Edson Fachin contribui para restaurar a institucionalidade no âmbito da Suprema Corte e fortalecer a confiança da sociedade no Poder Judiciário. A medida também milita em favor da harmonia entre os Poderes da República, ao reafirmar e respeitar as competências que a Constituição Federal atribui a cada um deles. Em última análise, contribui para a preservação da paz social e da estabilidade institucional”, diz outro trecho da nota.

Um dos capítulos da crise no Judiciário vem de atritos entre a PF e a AGU. A força policial havia pedido ao órgão para questionar decisões do ministro André Mendonça, do STF, consideradas pela corporação como interferência na autonomia das investigações.

Na semana passada, a AGU declarou que a decisão de não atender aos pedidos da PF relacionados às operações Compliance Zero e Sem Desconto foi tomada com base em “critérios técnicos”. O órgão negou ter ficado inerte e disse não ter competência legal para atuar nos termos solicitados pela PF.

A AGU alegou no recurso apresentado nessa quarta-feira (8) a Fachin e atendido nesta quinta-feira (9) pelo presidente da corte que o ministro André Mendonça feriu a prerrogativa constitucional privativa do presidente da República para prover e desprover os cargos de direção da Polícia Federal.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas