Criança de 3 anos é encontrada morta em Arapiraca com sinais de espancamento

Exames feitos no IML constataram lesões provocadas por instrumento contundente

O diretor do Instituto Médico Legal (IML) de Arapiraca, Sílvio Nunes, declarou, na tarde desta quinta-feira (21), que o exame cadavérico realizado no corpo de Dyllan Taylor Soares, de apenas 3 anos, apontou que a criança apresentava sinais de espancamento em várias regiões do corpo. Pela manhã, o padrasto e mãe de Dyllan informaram à polícia que, ao acordarem nesta quinta, encontraram a criança sem vida. 
De acordo com o diretor, o médico-legista responsável pelo exame, Márcio Henrique, encontrou no corpo da criança sinais de espancamento realizado com a utilização de um '"material contundente"'. As zonas atingidas foram a cabeça e, também, o abdômen. O padrasto e a mãe foram chamados para prestar depoimento na delegacia.
"Ao realizar o laudo, constatamos essas lesões no corpo de Dyllan. Todo os sinais de hematomas foram fotografados e farão parte do resultado final do material que será confeccionado pelo IML. Não há dúvidas que foi espancamento a causa da morte", explicou o diretor. 
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a criança conta detalhes de uma briga entre os pais. A pessoa que está filmando, questiona como foi a briga entre o casal e o pequeno Dyllan relata como teria sido as agressões. Ao final, ele abraça um rapaz, que ainda não foi identificado. 
Entenda o caso
O pequeno Dyllan, de 3 anos, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira pelos próprios pais, em uma residência situada no bairro Planalto, em Arapiraca. Em um depoimento inicial, os pais do menor informaram que ele teria comido iogurte com abacaxi e ficado com a barriga inchada. 
Eles teriam procurado uma farmácia e medicado a criança, que amanheceu morta.