Justiça encerra processo contra Lexa e MC Guimê por danos em mansão de R$ 8 milhões
Ação pedia R$ 5,15 milhões por supostos prejuízos ao imóvel em Alphaville; casa foi vendida por R$ 2,9 milhões, valor 63,75% inferior à avaliação mencionada pela proprietária.

A Justiça encerrou o processo que envolvia a cantora Lexa e o funkeiro MC Guimê em uma disputa por supostos danos a uma mansão em Alphaville, bairro nobre de Barueri, na Grande São Paulo. A ação, que tramitava desde 2024, incluía um pedido de indenização de R$ 5,15 milhões feito pela antiga proprietária do imóvel. O processo foi extinto sem julgamento do mérito, ou seja, a Justiça não chegou a decidir se os artistas eram responsáveis pelos danos alegados.
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Segundo informações divulgadas pelo portal Terra neste sábado (31), a ação foi encerrada após a proprietária perder o prazo processual para dar continuidade ao caso. Antes disso, ela havia solicitado o benefício da gratuidade da Justiça, alegando não ter condições financeiras de arcar com as despesas do processo. O pedido, porém, foi negado em primeira instância e também após recurso ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).
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A autora tentou reverter a decisão que levou à extinção do processo, mas não obteve sucesso. Com isso, a disputa específica sobre os supostos danos ao imóvel chegou ao fim sem uma decisão judicial sobre a responsabilidade dos cantores.
Mansão foi vendida por valor inferior ao estimado


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A antiga proprietária alegou que a mansão, avaliada em R$ 8 milhões, sofreu desvalorização após o período em que foi ocupada pelo ex-casal. Segundo a ação, a residência acabou vendida por R$ 2,9 milhões, uma diferença de R$ 5,1 milhões em relação à avaliação apresentada.
A mulher atribuiu a redução do valor às condições em que o imóvel teria sido deixado e aos custos necessários para recuperar a estrutura. Entre os problemas apontados estavam vazamentos, fiação aparente, paredes com pichações e falta de manutenção na piscina.
O pedido de indenização também incluía R$ 50 mil por danos materiais, conforme informações divulgadas quando a ação veio a público, em setembro de 2024. A autora buscava responsabilizar os dois artistas pelos prejuízos que alegava ter sofrido.
Como o processo foi extinto sem julgamento do mérito, não houve decisão judicial definitiva que confirmasse as acusações de danos à propriedade.
