Ter uma fantasia sexual significa querer realizá-la? Veja o que diz revisão
Pesquisadores distinguem imaginação, interesse e comportamento; estudos ainda têm limitações de diversidade

Ter uma fantasia sexual não significa necessariamente querer colocá-la em prática. Essa é uma das conclusões de uma revisão de pesquisas publicada na revista Current Opinion in Psychology, assinada por Justin Lehmiller e Aki Gormezano.
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Segundo os autores, imaginar uma situação, ter interesse em vivê-la e efetivamente agir são dimensões diferentes. Uma não comprova automaticamente a outra.
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Poucas fantasias aparecem como estatisticamente raras nos estudos examinados. Uma descrição geral, porém, não explica individualmente os desejos de alguém.
Grande parte da pesquisa analisada se concentrou em adultos jovens, cisgênero e heterossexuais da América do Norte. Trabalhos com maior diversidade encontraram semelhanças e diferenças, limitando generalizações para todos os casais e culturas.


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