Cantor Victor Chaves, ex dupla com Léo, é condenado por agredir a mulher em BH
De acordo com a Justiça, decisão em 1ª instância estipulou 18 dias de prisão simples em regime aberto; cantor recorreu
O cantor Victor Chaves, que fazia dupla com Léo, foi condenado em primeira instância na acusação de agressão contra a mulher dele, em Belo Horizonte. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), uma pena foi fixada no dia 29 de novembro, estabelecendo o cumprimento de 18 dias de prisão em regime aberto. O cantor recorreu da decisão na última quinta-feira (9), e o caso foi enviado ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG).
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Victor se tornou réu em 2017, depois de ser indiciado pela Polícia Civil de Minas Gerais por vias de fato, uma contravenção penal contra a mulher. Na época, Poliana Bagatini Chaves estava grávida do segundo filho do casal.
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Segundo o boletim de ocorrência, ela disse que foi agredida pelo marido por motivos fúteis, que foi jogada no chão e que recebeu vários chutes, em fevereiro daquele ano, em um prédio no bairro Luxemburgo, na Região Centro-Sul da capital.
Na tarde desta segunda-feira (13), o G1 tentou contato com a defesa do artista, mas, até a última atualização desta reportagem, não havia obtido retorno.


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Ainda segundo o TJMG, o cantor também foi condenado a pagar R$ 20 mil à vítima, "como indenização em decorrência dos danos morais causados", além de ter que arcar com os custos processuais. Foi estabelecido o benefício de so surcis, que é a suspensão condicional da pena, pelo prazo de dois anos.
Em fevereiro do ano passado, o cantor fez uma sátira citando a acusação de agressão, em um vídeo publicado na internet.
O MPMG informou ao G1 que não vai se manifestar sobre o processo, que corre em segredo de Justiça.
Em 2017, Victor disse à TV Globo que "nunca agrediu ninguém". Neste domingo (12), o advogado do sertanejo, Felipe Martins, disse que existe uma restrição de comentário e divulgação sobre o processo e a sentença. Em nota enviada pela defesa, Victor afirmou que "desde o início deste processo, arquei com os ônus de manter silêncio para preservar minha família. Diante disso, prefiro nada comentar".
