Ex-presidente do BRB pede à PF resposta sobre acordo de delação premiada
Documento que firmaria a colaboração ainda não foi assinado

A defesa do ex-presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa, enviou mais um ofício questionando a Polícia Federal sobre o acordo de delação premiada que ainda não foi assinado. A informação foi confirmada pela CNN com fontes da corporação.
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Paulo Henrique está preso na Papudinha há pouco mais de um mês. A decisão de transferi-lo do Complexo Penitenciário da Papuda para o local – que é maior e mais confortável –, à época, indicou um avanço no processo de negociação por delação premiada.
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Nesta sexta-feira (12), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido feito pela Polícia Federal para transferir o ex-dono do Master da carceragem da Superintendência da PF. A Polícia Federal fez o pedido após formalizar a rejeição do pedido de colaboração premiada apresentado pelo banqueiro.
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Na semana passada, segundo fontes, os advogados de Paulo Henrique fizeram chegar à PF a informação de que ele pretende apresentar um esboço de colaboração e que o material já estaria pronto.
Segundo interlocutores, a promessa é que o material a ser entregue à PF está completo e com “novidades”. Como a CNN mostrou, o ex-presidente do BRB passou as últimas semanas “juntando informações contundentes” para convencer as autoridades sobre a delação.
Ainda de acordo com pessoas próximas a Paulo Henrique, o ex-presidente da instituição financeira de Brasília teria colocado no esboço de delação provas que podem comprometer o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), além de outras autoridades do governo de Brasília.
