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Vídeos: associações repudiam barricada humana de policiais na entrada da PGE-AL

Agentes afirmaram que impediriam a entrada, mas autorizariam a saída dos servidores


				Vídeos: associações repudiam barricada humana de policiais na entrada da PGE-AL
Associações repudiam barricada humana de policiais na entrada da PGE-AL. Reprodução

Por meio de nota, a Associação dos Procuradores do Estado de Alagoas (APE-AL) e a Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (ANAPE) repudiaram o ato de policiais civis que impediram a entrada de servidores públicos no prédio da Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas (PGE-AL), em Maceió, nesta quarta-feira (14).

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Imagens que circulam nas redes sociais mostram que os agentes de Segurança Pública fizeram uma barricada humana na entrada do edifício durante a manifestação. Eles afirmaram que impediriam a entrada, mas autorizariam a saída de quem trabalhava no local.

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De acordo com a nota das associações, a "presença de manifestantes armados, obstando o livre exercício profissional dos Procuradores do Estado e servidores públicos, configura flagrante violação aos princípios constitucionais do Estado Democrático de Direito".

O comunicado ainda destaca que a ação dos manifestantes ultrapassou os limites do direito constitucional de reunião, além de violar os direitos de ir e vir dos procuradores e servidores.

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"O bloqueio compromete o funcionamento de órgão essencial à administração pública estadual, prejudicando toda a coletividade que depende dos serviços prestados pela PGE-AL. A APE-AL reconhece a legitimidade das reivindicações de todas as categorias de servidores públicos, mas repudia veementemente métodos que cerceiam direitos de terceiros e comprometem a segurança pública", finaliza a nota.

Leia a nota na íntegra:

A Associação dos Procuradores do Estado de Alagoas (APE-AL) e a Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do Distrito Federal (ANAPE) vêm a público manifestar seu veemente REPÚDIO às ações do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (SINDPOL) que resultaram no bloqueio e impedimento de acesso às dependências da Procuradoria-Geral do Estado de Alagoas (PGE-AL) e da sede desta Associação.

A presença de manifestantes armados, obstando o livre exercício profissional dos Procuradores do Estado e servidores públicos, configura flagrante violação aos princípios constitucionais do Estado Democrático de Direito:

A manifestação ultrapassou os limites do direito constitucional de reunião (art. 5º, XVI, CF/88), que estabelece seu exercício pacífico e sem armas;

A ação viola direitos fundamentais dos procuradores e servidores, notadamente o direito de ir e vir (art. 5º, XV), o livre exercício profissional (art. 5º, XIII) e o direito à segurança (art. 5º, caput);

O bloqueio compromete o funcionamento de órgão essencial à administração pública estadual, prejudicando toda a coletividade que depende dos serviços prestados pela PGE-AL.

A APE-AL reconhece a legitimidade das reivindicações de todas as categorias de servidores públicos, mas repudia veementemente métodos que cerceiam direitos de terceiros e comprometem a segurança pública.

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