Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

MPT pede R$ 5 milhões a Rico Melquíades por suposto assédio eleitoral contra funcionárias

Ação civil pública tramita na 11ª Vara do Trabalho de Maceió e inclui pedido de tutela de urgência


				MPT pede R$ 5 milhões a Rico Melquíades por suposto assédio eleitoral contra funcionárias

O Ministério Público do Trabalho em Alagoas (MPT/AL) pede que o influenciador digital Rico Melquíades cumpra 18 obrigações e pague R$ 5 milhões por danos morais coletivos em uma ação civil pública que o acusa de suposto assédio eleitoral contra funcionárias domésticas. O órgão afirma que o criador de conteúdo teria coagido trabalhadoras por divergências políticas, exposto dados pessoais nas redes sociais e violado a dignidade das empregadas.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A ação tramita na 11ª Vara do Trabalho de Maceió e inclui pedido de tutela de urgência. Segundo o MPT, a indenização deverá ser destinada a fundos públicos ou projetos sociais.

Leia também

Acusações

De acordo com o MPT, os supostos abusos teriam ocorrido a partir da mistura entre as relações de trabalho, disputas políticas e a produção de conteúdo para as redes sociais.

Shorts Youtube
Play
Bombeiros controlam incêndio em sala de aula em Arapiraca

Bombeiros controlam incêndio em sala de aula em Arapiraca

Play
Eleições 2026: tropas federais embarcam para cidades do estado

Eleições 2026: tropas federais embarcam para cidades do estado

Play
Carro invade praça após motorista perder o controle na Jatiúca

Carro invade praça após motorista perder o controle na Jatiúca

Play
JHC chama eleição de “festa da democracia” e pede participação dos eleitores

JHC chama eleição de “festa da democracia” e pede participação dos eleitores

Play
JHC lamenta morte de morador de Arapiraca e transforma caso em bandeira pela saúde

JHC lamenta morte de morador de Arapiraca e transforma caso em bandeira pela saúde

Entre as condutas apontadas pelo órgão estão o condicionamento de contratação, demissão, salário, folgas ou benefícios à preferência política ou ao voto das trabalhadoras; a investigação da posição eleitoral de funcionárias por meio de redes sociais, grupos de mensagens ou registros públicos; e a exposição de informações pessoais e situações constrangedoras envolvendo a equipe doméstica para gerar engajamento e visualizações.

O MPT também afirma que teriam sido utilizadas ferramentas digitais para classificar ou monitorar funcionárias de acordo com suas opiniões políticas.

Entre os pedidos apresentados à Justiça estão a garantia de que os funcionários possam votar livremente nos dois turnos das eleições, com adequação das escalas de trabalho sem descontos salariais ou ameaças de represália; a proibição de exigir alinhamento partidário ou participação dos empregados em atos de campanha; e a exclusão, em até 24 horas após eventual decisão judicial, de publicações que contenham dados íntimos, humilhações ou exigências ideológicas relacionadas aos trabalhadores.

O órgão solicita ainda que o influenciador publique uma retratação nas próprias redes sociais, com destaque semelhante ao das publicações originais, esclarecendo que a posição política de um funcionário não pode ser utilizada como critério para manutenção ou encerramento do vínculo de trabalho. A publicação deverá permanecer disponível e aberta a comentários.

“O réu praticou comportamento abusivo, doloso e ilegal no ambiente de trabalho, objetivando finalidades ilícitas. Essas foram manipular, orientar ou direcionar o voto dos trabalhadores na eleição que se aproxima”, afirma o MPT/AL na ação.

Segundo o órgão, as condutas atribuídas ao influenciador teriam causado constrangimento e exposição indevida da intimidade dos empregados, além de buscar influenciar a manifestação de pensamento e o voto dos trabalhadores.

A ação é assinada por quatro procuradores do Trabalho e aguarda a análise do pedido de tutela de urgência pela Justiça do Trabalho de Alagoas.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas