Onde está o ciclone-bomba agora? Como acompanhar o fenômeno em tempo real
O ciclone-bomba que atingiu o Sul está sobre o Atlântico Sul e segue se afastando do Brasil nesta sexta-feira (7)

O ciclone-bomba que atingiu o Sul está sobre o Atlântico Sul e segue se afastando do Brasil nesta sexta-feira (7), mas ainda mantém ventos fortes e risco de tempestades em áreas do Sul e do Sudeste.
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Como acompanhar a posição do ciclone no Inmet
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Imagens de satélite do Inmet são atualizadas a cada 15 minutos e mostram a evolução do sistema. O instituto disponibiliza canal visível, infravermelho, vapor d'água e topo de nuvens para acompanhar a nebulosidade sobre o Brasil e o oceano.
Mapa interativo do Inmet reúne dados de estações, satélite, modelos e avisos e é atualizado de hora em hora. A ferramenta permite sobrepor camadas meteorológicas e visualizar áreas com tempo severo.


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Posição exibida nos mapas não funciona como um rastreador por GPS. Meteorologistas identificam o centro e o deslocamento de ciclones com dados de pressão atmosférica, ventos, imagens de satélite, radares e modelos numéricos.
O que aconteceu
Ciclone segue pelo oceano em direção ao Sudeste e perde força no Sul ao longo do dia. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) afirma que o sistema se afasta gradualmente da Região Sul nesta sexta, embora ainda possa provocar ventos intensos ao longo das costas Sul e Sudeste.
Alertas para ventos fortes seguem ativos em trechos do litoral do Sul e do Sudeste. O Inmet mantém avisos para as costas de Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, válidos até a noite de amanhã.
Paraná e Santa Catarina concentram as tempestades mais fortes nesta sexta. Há previsão de chuva intensa, trovoadas e rajadas de vento, com instabilidades no Paraná até a noite.
Rio Grande do Sul teve rajadas acima de 120 km/h e registrou uma morte e ao menos cinco feridos. Um motociclista morreu após a queda de uma árvore em Montenegro (região metropolitana de Porto Alegre), e houve feridos em Dom Feliciano, Osório e Novo Hamburgo.
Litoral de São Paulo teve ventos acima de 100 km/h e o porto de Santos foi fechado para navegação. A Defesa Civil registrou rajada de 109 km/h em Santos, e a Capitania dos Portos interrompeu a navegação às 6h45.
O que significam os alertas amarelo, laranja e vermelho
Alerta amarelo significa "perigo potencial" e é o menor nível da escala do Inmet. Em vendavais, por exemplo, ele pode indicar ventos de 40 a 60 km/h, com baixo risco de queda de galhos.
Alerta laranja significa "perigo" e indica cenário mais severo e com maior chance de danos. Em vendavais, o Inmet aponta ventos de até 100 km/h, com risco de queda de árvores, destelhamento e danos em edificações e lavouras.
Alerta vermelho significa "grande perigo" e é o nível máximo do Inmet. O instituto usa a cor em situações com alto potencial de danos e risco para a população, como tempestade com ventos acima de 100 km/h e volumes de chuva extremos.
As cores podem se referir a fenômenos diferentes, então é preciso clicar na área do mapa para ver o risco. Os avisos podem envolver tempestade, vendaval, acumulado de chuva, baixa umidade, frio ou calor, e os critérios mudam conforme o tipo de alerta.
* Com informações de reportagens publicadas em 07/08/2026, 07/08/2026 e 07/08/2026.
