Deolane perde em processo de R$ 100 mil contra ex-parceiro comercial
A influenciadora digital, que está presa desde 21 de maio, perdeu uma ação iniciada em 2023 após críticas de um ex-parceiro comercial

A coluna Fábia Oliveira descobriu, com exclusividade, que Deolane Bezerra amargou uma nova derrota na Justiça. A influenciadora digital, que está presa desde 21 de maio, perdeu uma ação iniciada em 2023 após críticas de um ex-parceiro comercial.
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Relembre o caso
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A influencer acionou Cleverson Daleffe na Justiça e contou ter celebrado com ele um acordo verbal para divulgação do projeto “Meu Universo Feminino”. Segundo ela, após o projeto não alcançar os resultados financeiros esperados, o réu a teria cobrado a devolução de valores pagos com a iniciativa.
Bezerra afirmou que, nesse contexto, Daleffe realizou postagens ofensivas e declarações desabonadoras a seu respeito em suas redes sociais. Junto ao Poder Judiciário, ela pleiteou uma retratação e uma indenização por danos morais de R$ 100 mil. O réu, por sua vez, afirmou que era sócio da famosa no projeto empresarial e que, por esse motivo, os prejuízos e custos deveriam ser partilhados. Ele negou ter praticado ato ilícito e argumentou ter apenas exposto fatos sobre o negócio.


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Sentença e derrota de Deolane Bezerra
Em sentença de 14 de agosto, o juiz Bruno Gonçalves Mauro Terra, da 3ª Vara Cível de Barueri, do Tribunal de Justiça de São Paulo, indeferiu todos os pedidos formulados pela criadora de conteúdo.
O magistrado observou ser natural que, no âmbito de uma parceria comercial, Deolane Bezerra e Cleverson expusessem e defendessem publicamente suas versões sobre a história. Ele afirmou que o réu exerceu seu direito legítimo à liberdade de expressão ao exteriorizar seu inconformismo e insatisfação com o negócio realizado.
O juiz esclareceu, também, que Deolane é famosa e, portanto, sujeita a um grau mais elevado de exposição pública e escrutínio social e crítico. Afirmou, ainda, não existirem provas de que o réu tenha agido com a intenção de difamar a influencer.
