Falsa dentista é presa por colocar facetas no RJ: “Aprendi em uma palestra”
Sthephanie Mathias confessou à equipe do CRO e aos policiais que não é formada em odontologia e nunca fez curso na área

Uma mulher identificada como Sthephanie Ferreira Mathias (foto em destaque) foi presa em flagrante pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), nesta quarta-feira (28/10), por colocar facetas de forma clandestina em uma clínica localizada em Piabetá, Magé (RJ).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A prisão ocorreu durante uma fiscalização do Conselho Regional de Odontologia (CRO), com apoio de investigadores da 66ª e da 60ª Delegacias de Polícia.
Leia também
A denúncia apontava que a mulher estaria se passando por dentista e realizando procedimentos odontológicos de forma irregular. Diante da gravidade das informações, as equipes foram até o estabelecimento para averiguar os fatos. No local, encontraram Sthephanie prestes a iniciar um procedimento odontológico em um paciente.

Questionada, a suspeita confessou aos policiais que não possui formação superior em odontologia e que nunca chegou a iniciar um curso universitário na área. Ela ainda afirmou que participou apenas de uma palestra relacionada a procedimentos odontológicos.


Parlamentares de Alagoas repercutem à saída de Flávio Bolsonaro do Brasil para os EUA; Parte 1

Arthur Lira passa a ser articulador e uma possível ponte entre JHC e Assembleia

Prefeita promove mudanças no secretariado e desagrada antigos aliados

Prefeito que apoiou Flávio no 2º turno denuncia xingamentos à porta de casa
Os policiais encontraram diversos equipamentos e materiais usados em procedimentos odontológicos, evidenciando a estrutura utilizada para a prestação dos serviços. Entre os itens apreendidos estavam resina, ataque ácido, selantes, instrumentais clínicos, brocas de polimento, micromotor e aparelho fotopolimerizador.
O CRO concluiu que a clínica onde Sthephanie atendia era imprópria para o atendimento, não possuía alvará nem licença sanitária e utilizava uma maca para acomodar os pacientes sem realizar processos de esterilização no local.
Acompanhe a matéria em Metrópoles.com
