Falha na biometria prova fraude em seção na Bahia? TSE esclarece registros
Análise técnica identificou problema no leitor de digitais em Lauro de Freitas; identificação dos eleitores continuou com documento oficial com foto

A falha no reconhecimento biométrico na seção 280 da 180ª Zona Eleitoral, em Lauro de Freitas, na Bahia, não comprova a ocorrência de fraude. Essa é a conclusão divulgada pela Justiça Eleitoral após análise técnica dos registros de funcionamento da urna.
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O esclarecimento, publicado na quarta-feira (4), responde a um vídeo que questiona habilitações de eleitores realizadas por meio do ano de nascimento. A gravação solicita explicações sobre os registros. Segundo a checagem, o autor afirma não contestar o resultado da eleição.
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Como a votação foi realizada?
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o leitor biométrico não conseguiu reconhecer as digitais dos eleitores. Diante do problema, a votação continuou na mesma urna, com a apresentação de documento oficial com foto, habilitação pelo ano de nascimento e assinatura no caderno de votação.


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O que apontou a análise técnica?
A avaliação identificou a falha no reconhecimento biométrico, mas não determinou a causa específica da distorção nas imagens, que permanece como uma hipótese técnica.
A Justiça Eleitoral informou que os registros analisados não permitem concluir que pessoas ausentes tenham votado na seção. Portanto, a falha no equipamento, por si só, não comprova fraude eleitoral.
