Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Bolsonarista preso por armar bomba chega a Brasília

Atentado ocorreu na véspera de Natal, perto do aeroporto da capital do país. Alan Diego dos Santos estava foragido e se entregou à polícia de Mato Grosso

O bolsonarista extremista Alan Diego dos Santos, preso por tentar explodir um caminhão-tanque perto do aeroporto de Brasília, na véspera de Natal, foi transferido de Mato Grosso para o Distrito Federal na noite desta quarta-feira (18). O avião que trouxe o acusado chegou ao DF por volta das 21h30.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Após o pouso, ele foi ao Departamento de Polícia Especializada (DPE) da Polícia Civil do DF, para passar por exame de corpo de delito. Em seguida, foi encaminhado para a carceragem da corporação.

Leia também

Alan dos Santos estava foragido desde o atentado e se entregou na delegacia de Comodoro, a 677 km de Cuiabá, na terça-feira (17). Além do atentado, ele é suspeito de participar do quebra-quebra promovido por bolsonaristas em Brasília no dia 12 de dezembro, quando um grupo tentou invadir a sede da Polícia Federal, incendiaram carros, ônibus e fecharam vias.

Segundo o delegado Leonardo Cardoso, responsável pela investigação, o preso era um dos líderes do movimento antidemocrático e "uma das pessoas que se mostrava mais disposta aos atos de vandalismo".

Shorts Youtube
Play
PM morto no Rio foi filmado dançando funk com fuzil e gritando “é o CV”

PM morto no Rio foi filmado dançando funk com fuzil e gritando “é o CV”

Play
Polícia investiga homicídio de jovem em Maceió

Polícia investiga homicídio de jovem em Maceió

Play
Homem morre após colidir contra caminhonete em Taquarana

Homem morre após colidir contra caminhonete em Taquarana

Play
MPF firma acordo contra festas sem autorização na Praia do Marceneiro

MPF firma acordo contra festas sem autorização na Praia do Marceneiro

Play
Mãe é presa suspeita de permitir abusos contra as filhas em Maceió

Mãe é presa suspeita de permitir abusos contra as filhas em Maceió

Denúncia aceita pela Justiça

Alan é réu junto com Washington de Oliveira Sousa e Welligton Macedo de Souza, desde o dia 10 de janeiro passado, quando o juiz Osvaldo Tovani, da 8ª Vara Criminal de Brasília atendeu denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a partir das investigações da Polícia Civil.

O trio é acusado de envolvimento na tentativa de explosão do artefato instalado em um caminhão-tanque, nos arredores do aeroporto de Brasília. À época, a Polícia Militar foi acionada após o motorista do caminhão perceber o objeto estranho no veículo.

Segundo a denúncia, Washington de Oliveira Sousa, Alan Diego dos Santos e Welligton Macedo de Souza montaram o artefato e entregaram o material para que fosse colocado no caminhão de combustível por Wellington Macedo.

Os réus vão responder na Justiça pelo crime de explosão, quando se expõe “a perigo a vida, a integridade física ou o patrimônio de outrem, mediante explosão, arremesso ou simples colocação de engenho de dinamite ou de substância de efeitos análogos”. A pena é de 3 a 6 anos de prisão e multa.

No entanto, o Ministério Público considera que é preciso aumentar a pena em 1/3, já que o crime foi cometido tendo como alvo depósito de combustível.

Já as acusações de atos de terrorismo vão ser enviadas para a Justiça Federal, instância competente para analisar se estão configurados crimes contra o Estado Democrático de Direito.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas