O preparador físico Michel Huff dos Santos, 37, está no Metalist desde 2011 e lamentou que a decisão tenha sido tomada agora em um caso com mais de cinco anos.
"A gente sabia que o clube poderia ser punido. Era outra diretoria e não tem nada a ver com nosso trabalho. Mas a Uefa é muito rígida e eles não iriam deixar passar isso. Pena ter sido definido agora, em nosso melhor momento".
O meio-campista alagoano, Cleiton Xavier, 30, também reclamou da decisão da entidade.
"A gente fica triste porque trabalhamos duro e fizemos uma campanha histórica na temporada passada. E a pena imposta é por supostos problemas do passado, quando a maioria dos jogadores nem estava no time", disse o ex-palmeirense, que procurou manter esperança em que a punição possa ser revertida.
"A decisão da Uefa não é definitiva, o clube ainda pode recorrer e tenho certeza de que vamos conseguir fazer valer nosso direito conquistado dentro de campo".
Apesar da exclusão da Champions, a direção do Metalist deverá manter o projeto e os investimentos para continuar crescendo no cenário local e europeu.
A esperança do clube, caso a decisão não seja revertida, é focar na liga local, enquanto os rivais estarão envolvidos em torneios europeus --o Shakhtar irá disputar a Champions e o Dínamo de Kiev e o Dnipro, a Liga Europa