Suspeito de aplicar golpe em 21 vítimas em AL com passagens aéreas é preso
Homem de 29 anos também é investigado por golpes envolvendo locação de imóveis em Alagoas e Pernambuco
O homem de 29 anos suspeito de aplicar um golpe envolvendo a venda de passagens aéreas para, pelo menos, 21 pessoas em Alagoas foi preso pela Polícia Civil (PC), nesta quarta-feira (26). Ele também é investigado por estelionatos relacionados à locação de imóveis nos Estados de Alagoas e Pernambuco.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A prisão ocorreu durante uma operação integrada entre a Polícia Civil de Alagoas (PCAL), por meio do Núcleo de Planejamento Operacional (NPO/PCAL), e a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE).
Leia também
Segundo a PCAL, o homem é acusado de praticar crimes de estelionato por meio de anúncios fraudulentos de locação de imóveis em uma plataforma de comércio eletrônico e da venda de passagens aéreas em um grupo de WhatsApp.
A ação foi comandada pelos delegados Roberto Batista, coordenador do NPO/PCAL, e Antonielson Machado, adjunto do NPO/PCAL, e contou com equipes investigativas e operacionais do NPO/PCAL, da Operação Policial Litorânea Integrada (OPLIT) e da PCPE.


Samara Martins é a terceira presidenciável em uma semana a cumprir agenda em Maceió

Arthur Lira encontra Flávio Bolsonaro após agendas separadas em Alagoas

Alfredo Gaspar comenta ausência de JHC na agenda de Flávio Bolsonaro em Maceió

Homem com mochila de entregador furta peça de moto em plena luz do dia em SP

PASSAGENS AÉREAS
A prisão ocorre após, pelo menos, 21 pessoas denunciarem um golpe envolvendo a venda de passagens aéreas. O prejuízo do grupo ultrapassa R$ 14 mil.
As vítimas compraram as passagens para viajar a Brasília e participar de um simpósio de quadrilhas juninas, mas descobriram, no dia do embarque, que os bilhetes não existiam.
Uma das vítimas, Wellignton, havia sido convidada para representar Alagoas no evento e decidiu comprar a própria passagem. Segundo ele, a negociação foi feita com um homem que sua esposa havia conhecido durante uma corrida de Uber.
O suspeito se apresentava como funcionário da companhia aérea Azul e teria apresentado informações para comprovar o suposto vínculo com a empresa, inclusive dados de um aplicativo de recursos humanos.
Quando a viagem estava próxima de ocorrer, Wellignton retomou o contato, comprou a passagem e informou a outros convidados que havia conseguido um valor mais barato. A partir disso, outras pessoas também passaram a comprar os bilhetes com o mesmo homem.
Os valores foram transferidos ao suspeito, mas, no dia do embarque, o grupo descobriu que havia sido vítima de um golpe.
Outra vítima, Ginaldo dos Santos, relatou que o grupo acreditava que o homem, que se identificava como João Vitor, realmente venderia as passagens. Segundo ele, as vítimas cobravam informações sobre os bilhetes, mas o suspeito não apresentava comprovantes da compra.
A confirmação de que havia algo errado veio no aeroporto. No local, as vítimas descobriram que outras pessoas também haviam comprado passagens com o mesmo homem e não conseguiram embarcar.
Segundo Wellignton, ao registrar a ocorrência, ele descobriu na delegacia que o suspeito teria outros 26 boletins de ocorrência em seu nome, todos também relacionados a estelionato.
As vítimas registraram boletim de ocorrência e informaram que os procedimentos jurídicos relacionados ao caso já foram iniciados.
