Ifal nega que investigado preso na Operação Face Oculta seja professor da instituição
Instituto disse que o investigado presta serviços por meio da empresa Alerta Serviços

24/07/2026 às 16:58 • Atualizada em 24/07/2026 às 17:37 - há XX semanas
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O Instituto Federal de Alagoas (Ifal) divulgou, nesta sexta-feira (24), uma nota de esclarecimento informando que um dos investigados presos durante a Operação Face Oculta não integra o quadro de professores da instituição. Segundo o órgão, o homem atua como prestador de serviços terceirizado, contratado pela empresa Alerta Serviços.
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Segundo o Ifal, o homem trabalhava como psicopedagogo, realizando atendimento educacional especializado no campus Benedito Bentes.
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O esclarecimento foi divulgado após a repercussão da operação deflagrada pela Polícia Civil de Alagoas na última quarta-feira (22). Inicialmente, informações divulgadas apontavam que um dos alvos seria professor e servidor do Ifal.
Em nota, a instituição afirmou:


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"Ainda sobre os fatos divulgados pela imprensa sobre a Operação Face Oculta na última quarta-feira (22), o Instituto Federal de Alagoas esclarece que a pessoa envolvida no caso não é professor da instituição, e sim um profissional prestador de serviços, contratado pela empresa terceirizada Alerta Serviços."
O Ifal também reforçou que mantém o compromisso com a ética e a transparência na administração pública. Por fim, o Ifal reitera seu compromisso com a cultura de integridade no serviço público.
Relembre o caso
A Operação Face Oculta resultou na prisão preventiva de dois homens investigados por crimes sexuais contra crianças e adolescentes. Entre eles está um professor de música suspeito de abusar de uma adolescente durante anos e o prestador de serviços que atuava no Ifal, investigado por estupro de vulnerável contra uma criança de dois anos, além de armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil. As investigações são conduzidas pela Delegacia de Crimes Contra a Criança e o Adolescente (DCCAA).