Três viram réus por mortes de mãe e filho eletrocutados em piscina de pousada em Maragogi
Justiça aceitou denúncia do MPAL contra dois proprietários e um eletricista

Greyce Bernardino
08/07/2026 às 7:19 • Atualizada em 08/07/2026 às 9:12 - há XX semanas
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A Justiça de Alagoas aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Alagoas (MPAL) contra dois donos de uma pousada e um eletricista pelas mortes de Luciana Klein Helfstein, de 39 anos, e do filho dela, Arthur Klein, de 11 anos. Os dois morreram após sofrerem uma descarga elétrica na piscina do estabelecimento, em Maragogi, no litoral norte de Alagoas.
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Com a decisão, os três denunciados passam à condição de réus e responderão por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O processo segue agora para a fase de instrução, com a oitiva de testemunhas e a produção de provas.
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O caso teve grande repercussão. Luciana e Arthur, moradores de São Paulo, estavam em Alagoas para passar férias quando ocorreu a tragédia.
De acordo com a investigação, as mortes foram provocadas por uma instalação elétrica irregular nas piscinas da pousada. A perícia apontou que a estrutura metálica ao redor da piscina estava energizada com cerca de 220 volts.


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Segundo as investigações, Arthur foi o primeiro a sofrer a descarga elétrica. Ao tentar retirar o filho da água, Luciana também foi atingida. Os dois acabaram se afogando e morreram.
Até o momento, a pousada não se pronunciou sobre o caso.