Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Acusada de mandar matar médico é condenada a 19 anos e 3 meses de reclusão

Sentença contra Silvana de Oliveira foi lida por volta das 2h40 desta terça, em júri no Fórum do Barro Duro

A mulher acusada de mandar matar o médico Francisco Rodrigues Freire em 2007, no bairro do Prado, foi condenada a 19 anos e 3 meses de reclusão. A sentença foi lida pelo magistrado, por volta das 2h40 desta terça-feira (16), em júri realizado no Fórum Desembargador Jairon Maia Fernandes, no Barro Duro, em Maceió.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Conforme sustentava a acusação, Silvana de Oliveira Lins Macêdo teria contratado uma pessoa para matar o médico endocrinologista Francisco Rodrigues Freire, que seria seu amante. O júri foi conduzido pelo juiz John Silas.

Leia também

Após os procedimentos formais do júri, a sentença foi lida pelo magistrado. No entendimento dos jurados, a ré foi considerada culpada pelo crime de homicídio e acabou condenada a 19 anos e 3 meses de reclusão. Após o resultado, Silvana passou mal e precisou ser levada a um hospital particular de Maceió.

JULGAMENTO

Shorts Youtube
Play
Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Play
Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Play
Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Play
Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em Alagoas e no Rio de Janeiro

Play
Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

Renan Filho anuncia inauguração de duplicação de rodovia entre Arapiraca e São Sebastião

No plenário, o promotor Marcus Vinícius Batista levantou a tese de homicídio duplamente qualificado contra o médico, por motivo torpe e por recurso que dificultou a defesa do médico.

A torpeza se deu em razão de a acusada não aceitar a dissolução da relação com a vítima, e, quanto à segunda qualificadora, ficou constatado pelo próprio laudo que o tiro foi à curta distância. Apesar de Silvana não ter efetuado os disparos, a qualificadora a alcançaria por ter natureza objetiva, conforme explicou a promotoria.

A defesa da ré, por sua vez, alegou que a única pessoa beneficiada com a morte de Francisco Rodrigues foi a esposa dele. Disse, também, que não haveria provas contra Silvana e que o médico tinha muitos casos amorosos, todos conturbados, inclusive, com mulheres casadas.

Segundo a testemunha e irmã da vítima, um homem conhecido como "Bruxo", que teria executado o plano de morte do médico, disse à época, na delegacia, que uma loira o contratou, na Favela Sururu de Capote, pelo valor de R$ 2 mil.

Por causa do julgamento, o auditório ficou lotado e, ao mesmo tempo, dividido, com pessoas vestindo camisas em defesa de Silvana e outras pedindo justiça para o caso.

OUTRA CONDENAÇÃO

Aldreis dos Santos Oliveira, outro acusado do crime, foi julgado em 2014 e condenado a 22 anos e 5 meses de prisão. Alegando que a sentença merecia ser revista, a defesa do réu ingressou, à época, com revisão criminal no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).

Em 2016, portanto, o Pleno julgou o recurso e fixou a pena em 19 anos de reclusão.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas