Família de ambulante morto na Pajuçara pede justiça: ‘Deixou uma criança de seis meses’
Moisés Gabriel, de 21 anos, foi morto a tiros no dia 4 de agosto; suspeito apontado como possível executor tem 33 anos e histórico de outros crimes, segundo a polícia
A família de Moisés Gabriel Silva, de 21 anos, ainda tenta lidar com a perda do jovem, que trabalhava como ambulante e foi assassinado no dia 4 de agosto, próximo à Feirinha da Pajuçara, em Maceió. Segundo um familiar, ele deixou uma criança de apenas seis meses.
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Um homem de 33 anos apontado pela Polícia Civil como possível executor do homicídio foi preso por tráfico de drogas e permanece à disposição da Justiça. Para os parentes, porém, a identificação do suspeito não diminuiu a dor provocada pela perda.
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“Meu irmão não era envolvido. Ele tinha uma família que amava, era filho, era irmão e deixou uma criança de seis meses para nós cuidar. Então queremos justiça”, afirmou um familiar.
Segundo as autoridades policiais, o suspeito possui histórico relacionado a crimes contra o patrimônio e contra a vida. Durante a prisão, realizada na Pajuçara, foram apreendidos entorpecentes, dinheiro trocado e munições.


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O homem passou por audiência de custódia e continua preso.

Família ainda espera respostas
A identificação de um possível executor também não encerrou as dúvidas dos familiares sobre o assassinato.
“Esses dias que se passaram, a gente ficou inquieto para saber quem realmente foi e temos muitas perguntas, queremos muitas respostas. Nós achávamos que sabendo quem foi a dor diminuía, mas não diminui”, relatou um familiar.
A Polícia Civil continua reunindo elementos para confirmar a participação do suspeito no homicídio e identificar quem teria ordenado o crime.
A investigação trabalha com a hipótese de que a morte esteja relacionada à disputa entre organizações criminosas.
‘Quero justiça’
Para a família, a morte de Moisés foi a primeira perda enfrentada por eles e aconteceu de forma inesperada e violenta.
“Tudo é novo para a gente e nós nunca vivemos isso na nossa família. A primeira perda da nossa família foi do meu irmão e de uma forma tão trágica. Então eu quero justiça”, afirmou o familiar.
Moisés foi baleado e chegou a ser socorrido para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu aos ferimentos.
