Renan Filho diz que Flávio Bolsonaro não tem “autoridade moral” para governar o Brasil
Durante agenda em Branquinha, senador também cobrou explicações sobre o apoio da família Bolsonaro ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e criticou o embate público envolvendo Michelle Bolsonaro

Jonathas Maresia
04/07/2026 às 17:51 • Atualizada em 04/07/2026 às 18:36 - há XX semanas
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O senador e pré-candidato ao Governo de Alagoas, Renan Filho (MDB), fez duras críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante agenda realizada nesta sexta-feira (3), no município de Branquinha, na Zona da Mata alagoana. Ao comentar o cenário político nacional, Renan afirmou que o parlamentar não possui “autoridade moral” para disputar a Presidência da República e cobrou explicações sobre o apoio da família Bolsonaro ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além das recentes divergências públicas envolvendo Michelle Bolsonaro.
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Segundo Renan Filho, Flávio Bolsonaro tenta justificar posições que, na avaliação dele, não se sustentam politicamente.
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“O Flávio fica tentando remendar um discurso totalmente tosco, que não tem pé nem cabeça. Ele precisa explicar por que apoia o Trump fazendo isso com o Brasil. Ele precisa explicar melhor essa briga com a Michelle Bolsonaro e essa misoginia que ele comete familiarmente.”
Na sequência, o senador alagoano afirmou que episódios dessa natureza colocam em dúvida a capacidade de Flávio Bolsonaro para comandar o país.


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“Esses caras não podem comandar o país, rapaz. Essa é a verdade. Esses caras não têm autoridade moral para comandar o país. O cara que briga com a mulher do pai dele, o que é que pode esperar da tua mulher e da minha?”, declarou.
As declarações foram dadas em meio ao avanço das articulações para as eleições de 2026, quando os principais grupos políticos intensificam o debate sobre a sucessão presidencial e as alianças nos estados.
Na avaliação de Renan Filho, quem pretende disputar a Presidência da República precisa apresentar coerência entre o discurso público e a postura adotada nas relações políticas e pessoais, além de explicar posições que, segundo ele, afetam diretamente os interesses do Brasil.