Polícia investiga se transmissão de crime por videochamada foi para membro de facção
Uma das linhas de investigação é a de que Leandro foi assassinado como uma forma de acerto de contas

Após a prisão de dois suspeitos da morte de Leandro Tavares da Silva dos Santos, de 22 anos, crime ocorrido no último mês de agosto, na Barra de São Miguel, a polícia agora tenta localizar o terceiro suspeito do crime e identificar a pessoa que estava do outro lado da chamada de vídeo no momento do crime. A suspeita é a de que haja o envolvimento de facção.
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Uma das linhas de investigação é a de que Leandro foi assassinado como uma forma de acerto de contas, considerando que ele supostamente estaria envolvido em um crime sexual. O crime, no entanto, não foi registrado em Boletim de Ocorrência.
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“Acredita-se que a atuação seja de pessoas faccionadas, que tentam oferecer um falso serviço de segurança para a comunidade como uma forma de justificativa de suas ações”, afirma o delegado Luís Filipe.
De acordo com ele, a suspeita é que o homicídio tenha sido transmitido por meio de videochamada para integrantes de facção rival, como uma demonstração de poder.


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Leandro, que vivia em situação de rua, caminhava ao lado de um amigo quando foi abordado por três homens e assassinado a tiros e a golpes de faca. O terceiro envolvido no crime ainda não foi localizado.
Segundo a Polícia Civil, a prisão dos dois suspeitos nesta quarta-feira (14) foi efetivada dentro das residências deles, em Marechal Deodoro. Os dois têm vínculo comprovado com o veículo usado no crime.
Nos imóveis, foram apreendidos roupas e celulares, que serão periciados. Eles ainda passarão pela audiência de custódia.
