PMs envolvidos em uso de viatura no vídeo de Carlinhos Maia são liberados
Caso continuará sendo apurado pela Corregedoria-Geral da corporação
Os três policiais militares envolvidos no uso de uma viatura da corporação durante uma gravação no Rancho do Maia, em Ipioca, bairro de Maceió, foram liberados nesta terça-feira (11), após cumprirem 72 horas de prisão administrativa por má condução no serviço policial militar. Eles ficarão afastados das funções por tempo indeterminado.
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O caso continua sendo apurado pela Corregedoria-Geral da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL), e eles permanecerão respondendo a processo administrativo.
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À Gazetaweb, o advogado dos policiais, Napoleão Lima Júnior, relatou que esse é o primeiro processo que o trio responde.
A defesa contou que, no dia da gravação, os militares estavam em patrulhamento quando foram acionados por populares, e que participantes do vídeo entraram na viatura sem autorização. Também afirmou que os investigados não possuem qualquer vínculo com o influenciador Carlinhos Maia.


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O episódio ganhou repercussão no último sábado (8), após imagens mostrarem participantes de uma gravação sendo colocados dentro de uma viatura oficial da polícia. Um dos homens que aparece nas imagens vestido de policial é um ator. O veículo utilizado, no entanto, pertencia à corporação.
Após tomar conhecimento do caso, o Comando-Geral da PM determinou o recolhimento administrativo dos militares envolvidos e acionou a Corregedoria-Geral para apurar a conduta dos policiais.
A corporação afirmou que os militares deveriam responder pelos atos praticados conforme as normas legais e disciplinares da instituição, além de destar que não compactua com desvios de conduta e reforçou que seus integrantes devem observar princípios como legalidade, respeito e conduta adequada durante o serviço e também fora dele.
Já a defesa do influenciador Carlinhos Maia alegou que ele ou sua produção não solicitaram previamente uma viatura da PM/AL para participar da gravação. Os advogados contaram que os policiais estavam em serviço e passaram pelo local devido à concentração de pessoas, parando para verificar a movimentação.
Os advogados também contestaram a interpretação de que a viatura teria sido disponibilizada deliberadamente para atender a um interesse particular relacionado ao influenciador.
