Polícia pede prisão de militar flagrado em agressão a mulher em posto de combustíveis
Homem, que já responde a um inquérito, deverá responder por lesão corporal com violência de gênero, ameaça e injúria, segundo delegada
A delegada Ana Luiza Nogueira pediu a prisão preventiva do policial militar flagrado agredindo fisicamente uma mulher, em um posto de combustíveis, no domingo (31). O homem, que já responde a um inquérito por agressão contra mulher, deverá responder por lesão corporal com violência de gênero, ameaça e injúria.
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Segundo Nogueira, em depoimento, a vítima contou que foi agredida verbalmente antes de ser atingida pelo golpe no rosto e cair no chão. O homem teria agredido, xingado e ainda menosprezado a vítima enquanto mulher.
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Um dia após a agressão, a mulher relatou à delegada que continua sentindo dores e não está ouvindo direito. Ela ficou desacordada após ser atingida pelo tapa, como mostram as imagens amplamente divulgadas nas redes sociais e na imprensa.
"Ele pode responder por lesão corporal com violência de gênero (art. 129, parágrafo 13, Código Penal), ameaça (art. 147, Código Penal) e injúria (art. 140, Código Penal). Somando as penas, cinco anos de reclusão", explicou a delegada.


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Cabe, agora, ao Poder Judiciário se manifestar quanto à determinação da prisão preventiva representada pela Polícia Civil.
O caso
Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a vítima é vista discutindo com dois homens próximo a um veículo. O que está mais próximo do carro se aproxima da vítima e desfere um tapa no rosto da mulher, que cai no chão. Mesmo com a vítima no chão, o homem continua gritando com ela, que parece estar desacordada.
A Polícia civil de Alagoas instaurou um inquérito para investigar as imagens e identificou a vítima e o agressor. A violência teria ocorrido na manhã de domingo, 31 de julho.

