Jovem sobrevive a ciclo de violência após ser incendiada pelo namorado em Maravilha
Vítima está sob medida protetiva e morando em outra cidade; caso é investigado pela Polícia Civil

GREYCE BERNARDINO*
06/02/2026 às 10:46 • Atualizada em 06/02/2026 às 11:08 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google

A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) iniciou os procedimentos de apuração sobre o caso em que uma jovem sobreviveu a um ciclo de violência após ser incendiada e quase morta pelo namorado, no Povoado São Cristóvão, zona rural do município de Maravilha. A investigação é conduzida pelo 42º Distrito Policial, sob coordenação do delegado Edvaldo Alves de Menezes.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A vítima, de 16 anos, manteve um relacionamento por cerca de 10 meses com o suspeito, também adolescente, de 17 anos. Durante esse período, os dois chegaram a morar juntos. Segundo relato da jovem à polícia, ela sofreu diversas agressões físicas e verbais, mas não havia registrado ocorrência anteriormente.
Leia também

A situação se agravou em janeiro deste ano, quando o suspeito teria tentado matar a vítima por esganadura, após mais um episódio de violência física. Na última quarta-feira (4), a adolescente procurou a delegacia para formalizar a denúncia, relatando todas as agressões e ameaças sofridas.
No depoimento, a jovem destacou um episódio ocorrido em novembro de 2025, quando o suposto agressor ateou fogo nela. Em razão dos ferimentos graves, a vítima ficou internada por 24 dias, em um hospital de Arapiraca.


Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita
Diante da gravidade dos fatos, a Polícia Civil informou que o caso segue em investigação para responsabilizar o adolescente e garantir a proteção da vítima. Atualmente, a jovem possui medida protetiva expedida pela Justiça e reside em outra cidade, onde tenta reconstruir a vida longe do ciclo de violência.
*Com assessoria