Cuidadora confessa furto de R$ 13 mil de idosa em Maceió; PC pede prisão de suspeitas
Segundo delegado, crime foi planejado com ajuda de uma cúmplice

30/07/2026 às 12:18 - há XX semanas
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A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) concluiu o inquérito que investigava o furto de R$ 13 mil do apartamento de uma idosa, no último dia 8, no bairro de Cruz das Almas, em Maceió. A principal suspeita, que trabalhava como cuidadora da vítima, confessou participação no crime e revelou que contou com a ajuda de uma cúmplice para executar a ação.
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Com a conclusão das investigações, o delegado Robervaldo Davino informou que solicitará à Justiça a prisão preventiva das duas mulheres, que deverão responder por furto qualificado.
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A confissão ocorreu após uma acareação entre a cuidadora e a segunda suspeita. Inicialmente, a investigada negou envolvimento e chegou a afirmar que a pessoa flagrada pelas câmeras de segurança seria um sobrinho da idosa. O familiar foi ouvido pela polícia e negou qualquer participação no caso.
"A investigação avançou após a divulgação das imagens do circuito de segurança, quando uma denúncia ajudou a identificar a mulher que aparecia nas gravações. Mesmo diante das evidências, ela permaneceu em silêncio durante o primeiro depoimento. Na acareação, porém, a cuidadora mudou a versão e admitiu que planejou o furto junto com a amiga.", relatou o delegado.


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Crime premeditado
De acordo com a Polícia Civil, a ação foi cuidadosamente planejada. A cuidadora tinha acesso livre ao condomínio por meio do sistema de reconhecimento facial e aproveitou a confiança da vítima para facilitar a entrada da comparsa.
Enquanto levava a idosa para um atendimento médico, a cúmplice entrou escondida em um veículo que acessou o condomínio. As duas já haviam combinado onde estaria a chave do apartamento.
Após pegar a chave, a suspeita entrou no edifício, utilizou o elevador normalmente, acessou o imóvel e foi diretamente ao local onde o dinheiro estava guardado, levando R$ 13 mil em espécie.
Segundo a investigação, a autora do furto afirmou que utilizou todo o dinheiro para quitar uma dívida com um agiota.
Até o momento, o valor não foi recuperado. Caberá à Justiça analisar as medidas cabíveis para tentar ressarcir a vítima pelos prejuízos sofridos.