Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Terremoto na Colômbia: número de mortos sobe para 132

Abalo deixa centenas de feridos, derruba estruturas e mobiliza novo governo da Colômbia em meio à pressão sobre contas públicas


				Terremoto na Colômbia: número de mortos sobe para 132
Gabriel Aponte/Getty Images

O número de mortos após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10/8) subiu para 132. Ao menos 570 pessoas ficaram feridas, segundo balanço preliminar divulgado pela Associação Colombiana de Capitais (Asocapitales).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O tremor também provocou desabamentos, afetou hospitais e interrompeu as operações em sete aeroportos do país.

Leia também

Cinco das 32 capitais colombianas permanecem em alerta vermelho devido à gravidade dos impactos: Pereira, Cali, Quibdó, Manizales e Armenia. As autoridades ainda realizam avaliações de danos e necessidades, por isso os números podem sofrer alterações nas próximas horas.

Pereira concentra o maior número de vítimas, com 60 mortes. Cali registra 15 óbitos, Quibdó tem oito e Manizales, quatro.

Shorts Youtube
Play
E agora? Defesa diz que PMs não autorizaram uso de viatura em gravação de Carlinhos Maia

E agora? Defesa diz que PMs não autorizaram uso de viatura em gravação de Carlinhos Maia

Play
Morador de rua é agredido no Prado em Maceió

Morador de rua é agredido no Prado em Maceió

Play
Operação Desmonte: GAESF investiga fraude fiscal em Alagoas

Operação Desmonte: GAESF investiga fraude fiscal em Alagoas

Play
Festival AfroCaeté no Jaraguá em Maceió

Festival AfroCaeté no Jaraguá em Maceió

Play
Rui aponta “esquema criminoso” no Iprev e cobra explicações de JHC

Rui aponta “esquema criminoso” no Iprev e cobra explicações de JHC

Capitais concentram os maiores danos

Pereira é a cidade mais afetada, com 60 mortos, dois edifícios desabados e pessoas presas no sistema de cabos. O Aeroporto Matecaña está fechado após danos no teto, e ao menos 20 residências foram atingidas.

Cali registra 15 mortos e 380 feridos. Vinte estruturas desabaram, três vias foram afetadas e dez hospitais ficaram fora de serviço. Em Quibdó, são oito mortos e 36 feridos, além de seis pessoas presas nos escombros e quatro menores desaparecidos após o desabamento de uma escola. A cidade também teve 40 casas destruídas.

Manizales contabiliza quatro mortos, 17 edifícios destruídos e outros 19 parcialmente danificados. Uma torre da Catedral Basílica Metropolitana foi atingida. Já Armenia tem 67 feridos, cinco edifícios destruídos e outros 40 com danos estruturais.

Aeroportos e serviços são afetados

Sete aeroportos — Pereira, Manizales, Cali, Quibdó, Armenia, Cartago e Buenaventura — estão com operações suspensas. Também foram registrados danos em hospitais, estradas, sistemas de transporte, redes de água, energia e telecomunicações.

Bogotá colocou cerca de 100 profissionais de resgate à disposição das áreas afetadas e enviará engenheiros estruturais para Pereira, Cali e Quibdó. Medellín também ativou protocolos de apoio.

Crise ocorre no início do governo

O terremoto atingiu a Colômbia apenas três dias depois da posse de Abelardo de la Espriella. Recém-empossado presidente, o mandatário assumiu o governo na sexta-feira (7/8) com uma agenda voltada à redução do tamanho do Estado e ao controle das contas públicas.

A tragédia, porém, obrigou o novo governo a concentrar esforços na resposta à emergência. De la Espriella convocou um comitê para coordenar as ações nas regiões atingidas e determinou a mobilização de equipes para avaliar estruturas, localizar vítimas e atender a população.

“Meu apelo hoje é pela unidade inabalável da nação”, afirmou o presidente.

Além das perdas humanas, a dimensão dos danos deverá representar um desafio para o governo. Levantamentos iniciais indicam destruição de imóveis e impactos em hospitais, centros educacionais, aeroportos e estradas.

A necessidade de reconstruir áreas atingidas ocorre em um cenário de pressão sobre as contas públicas. O déficit fiscal colombiano chegou a 6,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025, e a previsão citada para este ano é de 7,8%.

O governo terá, portanto, de conciliar as medidas de contenção de gastos defendidas pelo presidente com a necessidade de destinar recursos emergenciais para assistência às vítimas e recuperação da infraestrutura.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas