Manifestantes em Hong Kong continuam a pedir greve e boicote às aulas
Organizadores de um protesto disseram que cerca de 40 mil pessoas compareceram
Manifestantes em Hong Kong continuam com seus pedidos por greve e que os alunos boicotem as aulas para mostrar resistência ao governo.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Centenas de estudantes faltaram às aulas nessa segunda-feira (2) para participar de protestos em várias partes do território. Muitos trabalhadores saíram às ruas para se unir aos manifestantes. Organizadores de um protesto em um parque central de Hong Kong disseram que cerca de 40 mil pessoas compareceram.
Leia também
Conflitos ocorreram tarde da noite na península de Kowloon, quando a polícia fez uso de gás lacrimogêneo para desocupar as ruas tomadas por jovens.
A polícia de Hong Kong criticou os manifestantes, dizendo que alguns deles estão se tornando violentos e representam ameaça aos cidadãos. A polícia informou que já prendeu 1.117 pessoas desde junho, quando estourou o primeiro conflito.


Turista é preso em Maceió após ser acusado de agredir e tentar jogar namorada pela janela de hotel

Porto de Pedras conquista duas Bandeiras Azuis para praias da Laje e do Patacho

Vacina Pneumo 20 já está disponível para idosos com 85 anos ou mais no SUS

Circuito Penedo abre inscrições para monitores da UFAL até 12 de outubro
A agência de notícias Reuters divulgou uma gravação com declarações da chefe do Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, feitas durante reunião a portas fechadas. Em inglês, ela afirmou que se tiver escolha "o primeiro passo é desistir do cargo, com um profundo pedido de desculpas".
Carrie Lam acrescentou que tem uma capacidade "muito limitada" de resolver a crise, já que o chefe do Executivo do território serve tanto ao governo chinês quanto ao povo de Hong Kong.
*Emissora pública de televisão do Japão
