Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Líbano decreta dia de luto após bombardeios de Israel

Ataques de Israel ao Líbano deixaram ao menos 254 mortos e 1.165 feridos nessa quarta-feira (8/4)


				Líbano decreta dia de luto após bombardeios de Israel
Líbano decreta dia de luto após bombardeios de Israel. Reprodução/ONU

O Líbano decretou dia de luto nacional nesta quinta‑feira (9/4) após a onda de ataques de Israel contra o país na quarta‑feira (8/4).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Considerada a pior ofensiva desde o início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro, a ação pode comprometer o cessar‑fogo entre o Irã e os Estados Unidos, segundo o secretário‑geral da ONU, António Guterres.

Leia também

A ofensiva deixou ao menos 203 mortos e mil feridos, de acordo com um balanço provisório do Ministério da Saúde do Líbano.

Os ataques israelenses representam um “grave perigo para o cessar‑fogo e para os esforços em favor de uma paz duradoura e abrangente na região”, afirmou Guterres em comunicado divulgado por seu porta‑voz.

Shorts Youtube
Play
Luciano exalta Paulo por duplicações e diz que obras fortalecem Arapiraca: "Muito obrigado”

Luciano exalta Paulo por duplicações e diz que obras fortalecem Arapiraca: "Muito obrigado”

Play
Arthur estreia no guia e diz que Senado de Alagoas “está devendo aos alagoanos”

Arthur estreia no guia e diz que Senado de Alagoas “está devendo aos alagoanos”

Play
Dr. Wanderley estreia no guia com juramento: “Entrarei no Senado de mãos dadas com o povo”

Dr. Wanderley estreia no guia com juramento: “Entrarei no Senado de mãos dadas com o povo”

Play
Marina estreia no guia com JHC, família e fé no centro da campanha

Marina estreia no guia com JHC, família e fé no centro da campanha

Play
Renan estreia no guia defendendo experiência: “Maturidade não se improvisa”

Renan estreia no guia defendendo experiência: “Maturidade não se improvisa”

A ofensiva de Israel no Líbano é “intolerável”, declarou nesta quinta‑feira o chanceler francês, Jean‑Noël Barrot, à rádio France Inter. Ele ressaltou que a França se associa “plenamente” ao dia de luto nacional no país.

“Nós condenamos firmemente esses ataques maciços que, em dez minutos, causaram mais de 250 mortes, somando‑se às 1.500 vítimas desse conflito iniciado pelo Hezbollah contra Israel em 2 de março”, disse Barrot. “Esses ataques são ainda mais intoleráveis porque fragilizam o cessar‑fogo temporário alcançado ontem entre os Estados Unidos e o Irã”, acrescentou.

“Sim, o Irã deve parar de aterrorizar Israel por intermédio do Hezbollah, que precisa ser desarmado e entregar suas armas ao Estado libanês. Mas não, o Líbano não deve ser vítima de um governo contrariado pelo fato de um cessar‑fogo ter sido firmado entre os Estados Unidos e o Irã”, acrescentou.“Hoje é dia de luto nacional no Líbano, e nós nos associamos plenamente a ele”, concluiu o ministro.

Para o presidente francês, Emmanuel Macron, a interrupção das operações no Líbano é necessária para que a trégua seja “crível e duradoura”.

“Essas violações minam o espírito do processo de paz”, afirmou na quarta‑feira o primeiro‑ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, mediador do conflito no Oriente Médio. Segundo ele, a trégua se aplica “a toda a região, inclusive ao Líbano”.

A declaração foi desmentida por Tel Aviv e Washington.

“Se o Irã quiser que essa negociação fracasse por causa de um conflito no Líbano, que nada tem a ver com eles e que os Estados Unidos nunca disseram fazer parte do cessar‑fogo, essa é uma escolha deles”, reagiu nesta quarta‑feira o vice‑presidente dos EUA, JD Vance.

Ataques surpreendem moradores

Os ataques de Israel na quarta foram realizados sem aviso prévio contra áreas residenciais de Beirute, segundo autoridades libanesas. De acordo com o Exército israelense, a operação foi o “maior ataque coordenado” contra o Hezbollah desde o início da guerra.3

No bairro de Basta, “crianças morreram, outras tiveram os braços arrancados”, declarou Yasser Abdallah, comerciante da região. O Exército israelense manteve os ataques no sul do país nesta quinta‑feira, deixando pelo menos cinco mortos em Abassiyé, vilarejo próximo a Tiro, segundo a Defesa Civil.

No sul do Líbano, Israel bombardeou três vezes, de quarta para quinta‑feira, os arredores de uma ponte estratégica que liga o norte e o sul do rio Litani, na região de Tiro, bloqueando parcialmente o tráfego.

Outro bombardeio atingiu pela manhã um bairro da periferia sul de Beirute, reduto do Hezbollah, abandonado pela maior parte dos moradores. O Hezbollah anunciou ter atingido o norte de Israel durante a noite, em reação à “violação do cessar‑fogo”.

“Essa retaliação continuará até o fim da agressão de Israel e dos EUA contra o nosso país e o nosso povo”, afirmou o movimento pró‑iraniano, que não reivindicava ataques desde o anúncio da trégua entre Irã e Estados Unidos, na noite de terça para quarta‑feira.

Nova reunião no Paquistão

A comunidade internacional pressiona para que o cessar‑fogo entre Estados Unidos e Irã seja ampliado à região, mas Israel e os EUA afirmam que o Líbano não está incluído na trégua.

Para o Irã, o fim dos combates no Líbano é uma das “condições essenciais” do acordo com Washington, afirmou na quarta‑feira o presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, segundo a agência Isna.

JD Vance afirmou que levará no sábado (11) a delegação americana ao Paquistão, depois de Islamabad anunciar que receberá na sexta‑feira representantes iranianos, em tentativa de alcançar um cessar‑fogo mais duradouro.

Donald Trump manteve a pressão ao anunciar na madrugada, em sua rede Truth Social, que as tropas dos EUA permanecerão mobilizadas nas proximidades do Irã até um “acordo real”. Caso contrário, advertiu, “responderão com mais força do que jamais se viu”.

O presidente americano disse estar disposto a “discutir a retirada das sanções” que sufocam a economia iraniana, mas garantiu que não haverá “qualquer enriquecimento de urânio”.

Para o primeiro‑ministro israelense Benjamin Netanyahu, o cessar‑fogo “não é o fim da campanha” contra o Irã, e Israel está “pronto para retomar os combates a qualquer momento”.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas