Kuwait, Bahrein e Jordânia relatam ofensiva do Irã após ataque dos EUA
Desde terça-feira (9/6), Estados Unidos e Irã voltaram a se atacar após a queda de um helicóptero norte-americano

As bases dos Estados Unidos no Kuwait, Bahrein e Jordânia relataram, na madrugada desta quinta-feira (11/6), ataques iranianos. O Exército norte-americano encerrou o segundo dia de ofensivas ao país persa nesta quarta-feira (10/6) em meio ao cessar-fogo.
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A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) afirmou ter disparado mísseis balísticos contra um centro de comando dos Estados Unidos na Jordânia, segundo a mídia estatal iraniana. A embaixada dos EUA no país emitiu um alerta sobre a “presença de mísseis, drones ou foguetes no espaço aéreo jordaniano”.
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O alerta é válido para todo o país. “Procure abrigo e permaneça no local imediatamente. Fique em ambientes fechados e preste atenção aos anúncios e alertas locais”, diz o comunicado.
No Bahrein, um ataque iraniano deixou uma menina de 11 anos ferida por destroços de um drone interceptado, segundo o Ministério do Interior do país. Veículos pegaram fogo e casas foram danificadas em Hamad Town e Manama.


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O Exército do Kuwait também relatou que o país está sendo alvo de ataques. “A Presidência do Estado-Maior Geral do Exército anuncia que os sistemas de defesa aérea estão atualmente interceptando alvos aéreos hostis, de acordo com os procedimentos operacionais adotados”, afirmou.
Irã x EUA
Desde terça-feira (9/6), Estados Unidos e Irã voltaram a se atacar. Um cessar-fogo está em vigor desde 8 de abril, mas os EUA alegam que estão fazendo “ataques de autodefesa” após a derrubada de um helicóptero norte-americano na segunda-feira (8/6). O país afirma que a aeronave foi abatida pelo Irã.
Segundo o Comando Central dos EUA (Centcom), os ataques desta quarta foram direcionados contra capacidades de vigilância militar, sistemas de comunicação e instalações de defesa aérea iranianas em todo o Irã.
Ainda de acordo com o comunicado, fuzileiros navais, Força Aérea e Marinha dos EUA dispararam munições de precisão contra alvos iranianos que “representavam uma ameaça às forças americanas e a navios comerciais internacionais que transitavam pelas águas regionais”.
