Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Após ir a jogo do Brasil, Eduardo Bolsonaro zomba de condenação do STF

Ex-deputado disse que afeto e o carinho das pessoas no estádio mostram ao Judiciário brasileiro que "ninguém se importa" com sua condenação


				Após ir a jogo do Brasil, Eduardo Bolsonaro zomba de condenação do STF
Reprodução/Redes Sociais

O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou que a boa recepção durante sua ida ao jogo da Seleção Brasileira é um “tapa com luva de pelica no Judiciário”. Eduardo acompanhou na segunda-feira (29/6) a partida entre Brasil e Japão pela Copa do Mundo de 2026, disputada no NRG Stadium, nos Estados Unidos.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

As declarações foram dadas em uma entrevista ao canal Rede Comunica Brasil, no YouTube, nesta quarta-feira (1º/7).

Leia também

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) destacou que o afeto e o carinho das pessoas durante sua ida ao estádio sinalizam ao Judiciário brasileiro que “ninguém está se importando” com a sua condenação, pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a 4 anos e 2 meses de prisão pelo crime de coação no curso da Justiça.

“Ninguém está nem se importando com essa condenação que eu fiquei sabendo pela imprensa de 4 anos e 2 meses de prisão que eu recebi, supostamente por tentar interferir no processo do meu pai. No entanto, todo mundo sabe que é uma vingança liderada pelo Alexandre Moraes, porque ele não gostou de ser sancionado com a Lei Magnitsky pelo Trump”, afirmou.

Shorts Youtube
Play
Pré-candidato ao governo de AL, Renan Filho defende alianças: 'não se faz política só'

Pré-candidato ao governo de AL, Renan Filho defende alianças: 'não se faz política só'

Play
Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Play
Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Play
Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa

Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa

Play
Em discurso, senador Renan critica gestão anterior à do filho no governo de Alagoas

Em discurso, senador Renan critica gestão anterior à do filho no governo de Alagoas

A exemplo do irmão Flávio, Eduardo buscou capitalizar o fato de Gabriel Martinelli, jogador que fez o gol da vitória sobre o Japão, usar o número 22, mesmo que o patriarca da família, Jair Bolsonaro, usou nas últimas eleições. “Foi sofrido, mas o 22 do finalzinho do jogo chegou ali para sacramentar, para consertar as coisas”.

Estadia nos EUA

O ex-parlamentar foi condenado pela Primeira Turma do STF a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto, por interferência em processo judicial relacionado à investigação da tentativa de golpe de Estado que culminou na condenação de Jair Bolsonaro.

Além da pena de prisão, o ex-deputado foi condenado à perda definitiva do cargo de escrivão da Polícia Federal (PF) e ficará com os direitos políticos suspensos por oito anos após o cumprimento integral da pena, o que o torna inelegível até 2038.

No entanto, apesar da condenação, Eduardo permanece em liberdade e não há mandado de prisão expedido contra ele. Isso porque o acórdão do julgamento ainda não foi publicado, e a defesa pode apresentar recursos antes do trânsito em julgado da ação.

Licenciado do mandato desde março de 2025, ele passou a viver nos EUA, onde intensificou articulações junto a parlamentares e integrantes do governo norte-americano em defesa do pai e com críticas às decisões do STF.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas