Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

TJ/AL nega pedido de liberdade e mantém PTK preso em investigação sobre facção

Influenciador foi preso em operação que apura suposta ligação com o Comando Vermelho


				TJ/AL nega pedido de liberdade e mantém PTK preso em investigação sobre facção
TJ/AL nega pedido de liberdade e mantém PTK preso em investigação sobre facção. Foto: Reprodução

O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) negou o pedido de liminar em habeas corpus apresentado pela defesa de Patrick de Almeida Silva, conhecido como “PTK”, e manteve a prisão preventiva do influenciador e pré-candidato a deputado federal, que está preso desde 3 de junho de 2026.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A decisão foi proferida pelo desembargador Ivan Vasconcelos Brito Júnior, relator do processo. Segundo o magistrado, em análise inicial, não foi identificado flagrante constrangimento ilegal que justificasse a revogação imediata da prisão preventiva. O mérito do habeas corpus ainda será julgado pela Câmara Criminal.

Leia também

PTK foi preso durante uma operação policial que apura a suposta prática dos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, além de uma possível ligação com o Comando Vermelho. Na ocasião, o delegado Igor Diego, da Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), informou que a prisão foi mantida durante audiência de custódia e que o influenciador foi encaminhado ao sistema prisional alagoano.

Durante a operação, foram apreendidos com o investigado R$ 20 mil em espécie, dois celulares iPhone, dois anéis de ouro e um pendrive.

Shorts Youtube
Play
Alunos do 3º ano participam de imersão na Ufal

Alunos do 3º ano participam de imersão na Ufal

Play
Operação Águas Turvas no Sertão

Operação Águas Turvas no Sertão

Play
Fiscalização de esgoto na feirinha do Tabuleiro

Fiscalização de esgoto na feirinha do Tabuleiro

Play
Polícia Militar prende traficante de drogas no bairro do Poço em Maceió

Polícia Militar prende traficante de drogas no bairro do Poço em Maceió

Play
PC prende suspeito de tentar matar mulher a golpes de faca no bairro Vergel do Lago

PC prende suspeito de tentar matar mulher a golpes de faca no bairro Vergel do Lago

Segundo informações divulgadas pela investigação, um áudio obtido pela Secretaria de Estado da Segurança Pública de Alagoas (SSP-AL) cita uma conversa envolvendo o chefe da facção criminosa Comando Vermelho em Alagoas, conhecido como Nem Catenga, com referência a apoio político ao “PTK”.

Conforme a apuração policial, a facção buscaria ampliar sua influência política em Alagoas por meio de candidaturas ligadas ao grupo. A operação teve como objetivo cumprir mandados judiciais expedidos pela 17ª Vara Criminal da Capital contra integrantes da organização criminosa, com ações realizadas em Maceió, Marechal Deodoro e no Rio de Janeiro.

No habeas corpus, a defesa de Patrick de Almeida Silva alegou ausência de justa causa, imputação genérica, fragilidade das provas, inexistência de perícia de identificação vocal, irregularidades na cadeia de custódia das provas digitais e excesso na duração da investigação, além de pedir a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares.

Ao analisar o pedido, o desembargador destacou que a prisão preventiva exige prova da materialidade e indícios suficientes de autoria, não sendo necessária, nesta fase, a comprovação definitiva da participação do investigado.

O relator também afirmou que a investigação é considerada complexa e reúne diversos elementos investigativos. Segundo a decisão, as alegações da defesa sobre validade das provas, duração da investigação e aplicação de medidas alternativas precisam de uma análise mais aprofundada, que não cabe na análise inicial do habeas corpus.

Com a decisão, o pedido de liminar foi negado e PTK permanece preso. O processo seguirá para a manifestação da autoridade apontada como coatora e, posteriormente, será encaminhado à Procuradoria de Justiça antes do julgamento do mérito do habeas corpus.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas