Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Disputa por terreno de R$ 1 milhão: tenente da PM e mais dois são condenados por morte em Maceió

Júri reconheceu qualificadoras e penas somam 59 anos de prisão


				Disputa por terreno de R$ 1 milhão: tenente da PM e mais dois são condenados por morte em Maceió
Fórum em Maceió. Foto: Divulgação

Um tenente da Polícia Militar de Alagoas e outros dois homens foram condenados pela morte de Luciano de Albuquerque Cavalcante, ocorrida há sete anos, em Maceió. O julgamento aconteceu nessa segunda-feira (3), e as penas aplicadas aos três réus somam 59 anos, três meses e 12 dias de prisão, em regime fechado.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O Conselho de Sentença reconheceu as qualificadoras de motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. Foram condenados o tenente da PMAL José Gilberto Cavalcante de Góes, o sobrinho dele, Gilson Cavalcante Góes Junior, e Wagner Luiz das Neves Silva.

Leia também

Segundo o Ministério Público de Alagoas (MPAL), o crime teria relação com uma disputa envolvendo um terreno avaliado em cerca de R$ 1 milhão, localizado no bairro Forene, pertencente ao município de Rio Largo. Conforme a denúncia, José Gilberto teria se interessado em comprar o terreno de Luciano e, após desentendimentos relacionados ao acordo, teria decidido pela morte da vítima.

O crime aconteceu no dia 25 de outubro de 2019, por volta das 10h20, na Avenida Ministro Lindolfo Collor, no Conjunto Village Campestre II, na parte alta de Maceió.

Shorts Youtube
Play
PM é preso após atirar em dono de oficina; vídeo mostra ação

PM é preso após atirar em dono de oficina; vídeo mostra ação

Play
Vestido de palhaço e com uma faca, homem tenta invadir casa

Vestido de palhaço e com uma faca, homem tenta invadir casa

Play
Fuga em massa: presos arrancam vaso sanitário e escapam

Fuga em massa: presos arrancam vaso sanitário e escapam

Play
Caseiro reage a assalto e é morto com tiro na cabeça

Caseiro reage a assalto e é morto com tiro na cabeça

Play
Mãe que perdeu filho para serial killer de Maceió encontra na confeitaria  novo sentido para a vida

Mãe que perdeu filho para serial killer de Maceió encontra na confeitaria novo sentido para a vida

De acordo com a acusação, Luciano foi surpreendido por disparos quando entrava em seu veículo VW Saveiro, após levar o carro da filha para uma oficina.

Durante o julgamento, o juiz Eduardo Nobre leu a sentença no início da noite. José Gilberto Cavalcante Góes, apontado pelo MP como o principal interessado no crime, recebeu pena de 23 anos e um dia de reclusão.

Gilson Cavalcante Góes Júnior, sobrinho do tenente, foi condenado a 13 anos, três meses e 10 dias de prisão, por ter, segundo a sentença, menor participação na trama criminosa.

Já Wagner Luiz das Neves Silva recebeu a mesma pena aplicada a José Gilberto: 23 anos e um dia de reclusão.

Participação dos condenados

Segundo o MPAL, o grupo teria ido até o condomínio onde Luciano morava, aguardado a saída da vítima e seguido até o local do crime. A acusação aponta que José Gilberto teria sido o autor intelectual e responsável pelos disparos, com apoio de Wagner Luiz.

Ainda conforme os autos, Gilson Góes Júnior teria intermediado o contato com Wagner Luiz para conseguir um veículo que seria utilizado na ação.

Wagner Luiz teria conduzido o carro usado no crime, um Voyage pertencente ao pai dele. De acordo com a acusação, o veículo passou por uma alteração antes do homicídio, com a retirada de um reboque. Laudos periciais e imagens de câmeras foram utilizados durante a investigação.

Um exame de confronto genético também apontou, segundo o MP, que o boné encontrado no local do crime possuía material genético de Wagner Luiz.

Investigação e consequências

Conforme o Ministério Público, a morte de Luciano deixou 12 filhos, sendo quatro menores de idade, além de impactos financeiros para a família.

A sentença destacou que a morte causou prejuízos ao núcleo familiar da vítima, incluindo o encerramento das atividades da empresa da qual Luciano era responsável.

Após o julgamento, os três condenados deverão cumprir as penas no sistema prisional, conforme determinação judicial.

*Com assessoria

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas