Turista do DF denuncia que filho foi agredido em resort de Alagoas
Segundo ela, criança brincava na brinquedoteca quando monitora teria agido com violência

Jamylle Bezerra
12/06/2026 às 10:26 • Atualizada em 12/06/2026 às 11:41 - há XX semanas
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Uma turista do Distrito Federal denunciou, nas redes sociais, uma possível agressão que o filho dela teria sofrido em um resort situado no município de Japaratinga, no Litoral Norte de Alagoas. Segundo ela, a criança brincava no espaço destinado aos pequenos quando a monitora teria agido com violência. Em nota, o Japaratinga Resort informou que os fatos foram apurados internamente e nenhum indício de violência foi constatado.
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Nas redes, Eloisa Roque relatou que estava presente quando a agressão ocorreu. De imediato, ela teria questionado a funcionária a respeito do que ela teria feito. Também solicitou do resort o acesso às imagens das câmeras de monitoramento, o que, segundo ela, teria sido negado.
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Posteriormente, a mãe da criança teria conseguido ver as imagens pelo computador do estabelecimento. Ela conta que a agressão está filmada.
“Meu filho foi agredido pela monitora do Kids Clube, na brinquedoteca. O gerente não aparece, ninguém dá suporte de nada. Só mostraram as filmagens porque ameacei chamar a polícia. Eu vi o que ocorreu, eu estava lá, ninguém me contou. Se eu não tivesse lá, teria acontecido coisa pior? Tem, inclusive, a filmagem do momento em que eu vou até a moça e pergunto se ela deu uma braçada no meu filho”, relatou nas redes sociais.


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Ela reclamou ainda da falta de posicionamento do resort, que estaria apenas dificultando as coisas. “Ninguém faz nada, gerente nenhum aparece, e a monitora ainda continuou com as crianças, uma infeliz daquela! Me ajudem a fazer justiça pelo Calebe. Ele não fez nada!!! Não querem me dar as filmagens, bando de covardes. Quero explicações”, postou Eloisa Roque.

A mãe ainda disse que, em nenhum momento, os responsáveis pelo resort perguntaram se a criança estava bem. “A única preocupação era não me dar acesso à filmagem, me expulsaram de lá e, como se não bastasse, chamaram a polícia para nos tirar de lá mais rápido. Não me ajudaram em nada”, falou.
Em resposta às acusações, o resort informou que “assim que tomamos conhecimento do relato, apuramos internamente os fatos com a serenidade que o caso exige, incluindo a análise das imagens disponíveis. Até o momento, não foi constatada qualquer agressão por parte de qualquer pessoa colaboradora ou hóspede. Reforçamos que prezamos pela segurança e pelo bem-estar de todos, pela privacidade dos nossos hóspedes e pelo respeito às nossas pessoas colaboradoras, sempre com responsabilidade no tratamento de informações, imagens e dados pessoais de hóspedes, colaboradores e terceiros”.
E completou: “Por esse motivo, imagens internas de segurança não podem ser compartilhadas diretamente, sendo disponibilizadas apenas mediante solicitação formal das autoridades competentes ou ordem judicial, conforme os procedimentos legais aplicáveis. Seguimos à disposição da família e das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários, sempre com transparência, responsabilidade e respeito às pessoas envolvidas”.