Quatro comunidades indígenas em Alagoas registraram mortes por Covid
Quase 70 dos 197 infectados tinham até 29 anos e 23 do total com menos de 19 anos
O novo coronavírus infectou quase 200 indígenas de quatro etnias e matou quatro em Alagoas. O painel interativo sobre a Covid da Secretaria de Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) aponta, ainda, que a faixa etária dos trinta aos 49 anos concentra quase 90 notificações da doença, mais 44,6% do total.
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As comunidades indígenas Jeripancó (Pariconha), Karapotó (São Sebastião), Kariri-xocó (Porto Real do Colégio) e Xukuru-kariri (Palmeira dos Índios) registraram um óbito pela Covid cada um. Duas vítimas tinham mais de 80 anos.
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O levantamento aponta indígenas infectados em Palmeira dos Índios, São Sebastião, São Brás, Feira Grande, Campo Grande, Traipu, Porto Real do Colégio, Colônia Leopoldina, Novo Lino, Joaquim Gomes, Pariconha e Matriz de Camaragibe.
Quase 70 dos 197 infectados têm até 29 anos e, 23 do total de casos, com menos de 19 anos. Em relação aos casos confirmados, mais sessenta pertencem à Xucuru-kariri, seguido do Kariri-xocó, com 47. Wassú, Jeripancó, Karapotó e Tingui-Botó têm, respectivamente, 45, 29, 11 e três infectados pelo novo coronavírus.


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No início deste mês, a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, informou que em todo o País tinham sido confirmados mais de 29 mil casos de Covid-19 e 451 mortes nas aldeias indígenas brasileiras.
