Bem cultural de natureza imaterial de Alagoas, o sururu desapareceu, temporariamente, da Lagoa Mundaú, em Maceió. Atualmente, a água da laguna, que antes possuía teor 12 PPM (partes por mil) de salinidade adequado para a sobrevivência do molusco, está doce.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!
Conforme especialistas da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e do Instituto do Meio Ambiente (IMA), isso ocorre por causa das chuvas que, desde maio, atingem o Estado, o que causou enchentes dos rios, lagoas e mares, provocando instabilidade e alteração nos ecossistemas.
Leia também
Devido à situação, a população ribeirinha está desesperada porque, segundo apontam os pesquisadores, 83% das famílias que residem às margens da laguna Mundaú utilizam esta espécie como alimento diário e 27% da população a vende. Ou seja, a falta do sururu afetou direta e indiretamente a sociedade alagoana porque se trata de uma espécie de molusco apreciada pela população.
"O sururu representa o principal pescado capturado, principalmente, na laguna Mundaú, sendo de grande importância socioeconômica para as comunidades ribeirinhas", afirma o professor do Centro de Tecnologia da Ufal, que coordena o monitoramento feito por meio da boia Carlos Ruberto.
Shorts Youtube
Flávio Bolsonaro em Maceió: candidato do PL à Presidência cumpre agenda hoje na capital
Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar seguem em carreata do aeroporto ao Jaraguá
Bolsonaro promete voltar a Alagoas com Jair Bolsonaro: ”Voltará no braço dos povo”
Flávio diz que perseguição contra Bolsonaro é grande: “Não o vejo há 30 dias"
Flávio diz que será radical na segurança: “Não quer? Vota nessa merd* que está aÍ”