Vôlei: campeão olímpico explica disparidade entre feminino e masculino
Emanuel atribui momento da seleção masculina a uma transição de gerações e destaca o trabalho de renovação de Zé Roberto

A Seleção Brasileira feminina de vôlei vive um momento mais consistente em comparação com a masculina. Com um trabalho consolidado de José Roberto Guimarães e uma renovação que tem incorporado novas atletas com experiência internacional, as mulheres apresentam resultados mais expressivos no cenário olímpico recente.
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Emanuel, ídolo brasileiro do vôlei de praia e diretor-geral do Comitê Olímpico do Brasil (COB), comentou a diferença entre as equipes em entrevista ao CNN Esportes S/A, exibido no último domingo (18). Para o campeão olímpico, a fase da seleção masculina, comandada por Bernardinho, faz parte de um processo natural de renovação.
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“Eu acredito que é um movimento que acontece no masculino de transição. É uma transição natural”, afirmou Emanuel.
O ciclo de José Roberto Guimarães à frente da Seleção Brasileira feminina está previsto para terminar após os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028. O treinador já anunciou que deixará o comando da equipe depois da competição.


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Ao comentar o trabalho do técnico, Emanuel destacou a capacidade de renovar o elenco feminino e proporcionar experiência internacional às novas atletas. Para ele, esse processo é um dos fatores importantes para a continuidade dos bons resultados da seleção.
“Ele conseguiu, ao longo do tempo, ir modificando e agregando as novas atletas, dando experiência internacional no meio do ciclo”, declarou.
Emanuel também ressaltou a importância de os jogadores brasileiros atuarem em ligas estrangeiras para ampliar a bagagem competitiva. Segundo ele, a experiência internacional foi um diferencial das gerações anteriores e pode contribuir para a recuperação da equipe masculina.
“Nós precisamos dar experiência internacional para os nossos atletas”, concluiu.
