Possível candidatura de Rogério Caboclo causa incômodo nos bastidores do São Paulo
Tricolor terá suas eleições nos próximos meses

Ainda em pausa por conta da Copa do Mundo, os bastidores da eleição presidencial do São Paulo começam a ganhar força. Um nome conhecido do futebol brasileiro passou a ser cogitado por integrantes da oposição: Rogério Caboclo, ex-presidente da CBF.
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A possibilidade, porém, enfrenta forte resistência dentro do Conselho Deliberativo. Caboclo presidiu a Confederação Brasileira de Futebol entre 2019 e 2021, mas foi afastado do cargo após denúncias de assédio moral e sexual feitas por uma funcionária da entidade. Na época, áudios divulgados e anexados ao processo judicial vieram a público e expuseram falas de cunho sexual do dirigente.
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O Lance! apurou que esse histórico é justamente o principal motivo da rejeição ao nome de Caboclo. Conselheiros ouvidos pela reportagem classificaram a possibilidade como "absurda" e afirmaram que os episódios envolvendo o ex-presidente da CBF seriam suficientes para inviabilizar uma candidatura. Apesar disso, pessoas influentes nos bastidores seguem defendendo sua entrada na disputa.
Enquanto isso, outros nomes inicialmente ventilados pela oposição perderam força. Os conselheiros Pinotti e Daurio não devem concorrer à presidência diretamente. Pinotti, inclusive, teve participação ativa no processo de impeachment de Julio Casares, em janeiro deste ano.


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Como alternativas a Caboclo, parte da oposição passou a defender os nomes dos conselheiros Marcelinho e Flávio Marques, ambos influentes no Conselho Deliberativo e vistos como opções de maior consenso. Nos bastidores, porém, a avaliação é de que uma eventual candidatura de qualquer um deles ainda precisaria ganhar força para se consolidar na disputa eleitoral.
Situação não tem nomes cogitados
A chapa Situação ainda não trabalha com nomes a serem lançados. Harry Massis chegou a ser cogitado, porém o presidente - que assumiu após a saída de Casares -, chegou a se manifestar em algumas situações alegando que não gostaria de se eleger. Com o cenário ainda indefinido, a história deve voltar a esquentar neste segundo semestre.
