Arrascaeta desembarca no Rio para operar lesão no punho
Jogador fraturou o punho durante confronto com a Coreia do Sul na Data Fifa

O camisa 10 do Flamengo, Arrascaeta desembarcou no Rio de Janeiro na tarde desta quarta-feira (30) para dar sequência ao tratamento da lesão sofrida durante a Data Fifa. O uruguaio chegou ao Aeroporto Internacional, o Galeão, após retornar mais cedo da concentração da seleção do Uruguai por conta de uma fratura no punho esquerdo.
Tudo em um só lugar.
Receba as principais notícias do Gazeta Esportes no WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Arrascaeta será internado na manhã de quinta-feira (1º) para realizar os últimos exames antes do procedimento cirúrgico. A cirurgia será realizada para corrigir a fratura e terá o acompanhamento de Fernando Sassaki, chefe do Departamento Médico do Flamengo, e Roberto Feres, especialista nesse tipo de lesão.
Leia também
Lesão de Arrascaeta
O problema aconteceu na vitória do Uruguai por 4 a 1 sobre a Coreia do Sul. Arrascaeta começou a partida como titular e teve participação direta em dois gols: deu a assistência para Darwin Núñez abrir o placar e marcou o segundo gol uruguaio em um chute de fora da área.


Disputa na lateral-direita do CRB - 30/09/2026

Apresentações de capoeira, coco de roda e maculelê na capital

Policiais civis salvam homem de 54 anos após afogamento

Indecisos e desempenho nos grandes colégios podem definir a disputa ao governo
Aos 32 minutos do segundo tempo, o meia escorregou e caiu no gramado. Arrascaeta deixou o campo com dores no punho e, posteriormente, os exames realizados na Coreia do Sul confirmaram a fratura com indicação cirúrgica.
Como será a cirurgia de Arrascaeta?
Segundo Fernando Sassaki, o procedimento terá como objetivo reposicionar o osso fraturado e estabilizá-lo com uma placa fixada por parafusos. A estrutura permitirá que o jogador tenha maior liberdade de movimentos durante o processo de recuperação.
— A fratura do Arrascaeta é uma fratura do rádio distal. Então essa cirurgia consiste em recolocar esse osso no lugar, posicionar uma placa. Essa placa tem praticamente a mesma anatomia do atleta. São placas padronizadas que a gente coloca no local da fratura e fixa com parafusos. Imediatamente esse osso já fica estável e a gente já consegue reabilitar ele de maneira acelerada — detalhou.
A opção pelo procedimento também está relacionada à necessidade de manter o jogador em condições físicas durante a recuperação. Com o punho estabilizado, a comissão médica poderá trabalhar a reabilitação de forma mais ampla, sem a mesma limitação provocada por uma imobilização convencional.
— A cirurgia vai permitir que o atleta fique já com o braço liberado, né? E aí a gente consegue ter uma reabilitação mais adequada, permitindo movimentos mais livres. Biomecanicamente isso é melhor para o atleta, né? E é melhor para manter o seu condicionamento físico — afirmou Sassaki.
