Marquinhos é direto sobre ser capitão da seleção na Copa do Mundo
Zagueiro já exerceu papel no PSG

Ser capitão da seleção brasileira é algo que exige casca. Se for em uma Copa do Mundo então... nem se fala. No Mundial de 2026, esta missão caberá ao zagueiro Marquinhos, como determinado pelo técnico Carlo Ancelotti. O defensor fala sobre o sentimento e o desafio de liderar a equipe dentro de campo na busca pelo hexa. Assista no vídeo abaixo:
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Ser capitão da seleção brasileira é algo que exige casca. Se for em uma Copa do Mundo então... nem se fala. No Mundial de 2026, esta missão caberá ao zagueiro Marquinhos, como determinado pelo técnico Carlo Ancelotti. O defensor fala sobre o sentimento e o desafio de liderar a… pic.twitter.com/22nLTXpklT
— O TEMPO (@otempo) June 3, 2026
Marquinhos chega à Copa do Mundo 2026 após quatro anos 'loucos', como ele próprio define. Após a eliminação do Brasil no Mundial de 2022 (que inclusive teve participação decisiva do próprio Marquinhos, que perdeu a última cobrança de pênalti na disputa com a Croácia), o defensor empilhou títulos com o PSG (FRA), com destaque para o bicampeonato da Champions League.
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Esta experiência, acredita o zagueiro, o torna mais preparado para lidar com a faixa de capitão da seleção. Ele também traz esta vivência do PSG, onde também foi capitão.
"Ser capitão não é só colocar a braçadeira e jogar bola, é muito mais. Vem da pessoa, do que você pode agregar quanto ao grupo, às pessoas, aos companheiros dentro das quatro linhas. Neste momento de 2026, me sinto muito mais preparado, com a experiência destes quatro anos loucos que vivi depois da última Copa", pontuou, em entrevista coletiva nesta quarta-feira, no hotel da seleção, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.


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Marquinhos ficou sabendo que seria o capitão do time canarinho na Copa após a final da Champions, que culminou com o título do seu time, o PSG. Ao falar da honra de ser o líder da equipe, o defensor pontua que é um posto que já teve grandes nomes, como Dunga e Cafu.
"Eu não olhei celular nesse dia (final da Champions), pois estavam chegando muitas coisas da final e da seleção, então eu estava tranquilizando minha mente para este jogo. Mas depois eu fiquei muito feliz. Ser capitão da seleção brasileira em uma Copa, a gente vê todos os capitães lendários que passaram por este momento na seleção, e eu fico honrado e feliz", afirma.
