Infantino busca apoio de Trump após fracasso de plano da Fifa, diz jornal
Presidente da Fifa tentou contato com Trump e agendou conversa com Marco Rubio, diz New York Post

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, buscou apoio do governo de Donald Trump em meio ao aumento das críticas após o fracasso de seu plano de vender uma participação nos direitos comerciais da Copa do Mundo, informou o New York Post nesta segunda-feira (3), citando fontes familiarizadas com o assunto.
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Segundo o jornal, Infantino tentou repetidamente, mas não conseguiu falar por telefone com o presidente dos Estados Unidos desde que a proposta foi abandonada, na última sexta-feira (31).
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Ainda de acordo com a publicação, o dirigente da Fifa se sentiu “isolado” diante de uma avalanche de cobertura negativa na imprensa.
O New York Post também informou que Infantino agendou conversas privadas com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio. Duas fontes com conhecimento do assunto confirmaram que o presidente da Fifa terá uma ligação com o principal diplomata norte-americano pouco depois das 9h (horário do leste dos Estados Unidos).


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As críticas se intensificaram após o fracasso do plano de separar os ativos comerciais da entidade máxima do futebol mundial e transferi-los para uma nova empresa apoiada por investidores privados.
A Fifa não comentou imediatamente o caso, enquanto a Casa Branca também não respondeu de imediato a um pedido de posicionamento feito pela Reuters.
O projeto da Fifa previa captar até 4,2 bilhões de dólares (cerca de R$ 21 bilhões) — com investidores privados por meio da venda de aproximadamente 20% de participação em uma nova empresa responsável pela gestão de competições, incluindo a Copa do Mundo.
A proposta, no entanto, foi abandonada na última sexta-feira após enfrentar forte resistência de diferentes partes interessadas.
Com a desistência da iniciativa, as atenções agora se voltam para as possíveis consequências para Infantino.
O suíço de 56 anos pretende buscar um novo mandato na presidência da Fifa, entre 2027 e 2031, mas passou a enfrentar um escrutínio maior após o fracasso do projeto.
