Um grito preso na garganta: na Série B, CSA ficou no quase por dois anos seguidos
Azulão bateu na trave em 2020 e 21; meta da diretoria e comissão técnica é montar um time competitivo para conseguir subir
Em 2022, o CSA vai tentar retornar à elite do futebol brasileiro mais uma vez. Conseguiu a classificação em 2019, após quase 32 anos de espera, campanha que orgulhou o torcedor e impressionou os críticos do futebol local. Contudo, caiu de rendimento na temporada seguinte. Assim, lutou contra a zona de degola até a penúltima rodada e acabou rebaixado no término do mesmo ano.
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Juntou os cacos, mudou de treinador, trouxe atletas qualificados, mas, ainda assim, bateu na trave dois anos seguidos: em 2020, terminou na 5ª colocação, com 16 vitórias, 10 empates e 13 derrotas. O Juventude ficou com a última vaga. Já em 2021, a pontuação até que melhorou, mas a posição se repetiu: 5º lugar, com 18 triunfos, oito jogos empatados e 12 baixas. Desta vez, o Avaí levou a melhor.
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Um denominador comum nas duas campanhas foi que o CSA oscilou bastante, principalmente no começo dos dois turno do Brasileiro. Muitas derrotas, empates em casa, intercalados e gols sofridos.
Detalhe que, nas duas campanhas, especialmente na fase final, o técnico Mozart Santos dirigiu a equipe. Ano que vem, ele vai comandar o Azulão novamente. O torcedores já conhecem o estilo de trabalho do comandante, que prioriza o sistema defensivo e propõe esquemas táticos ousados.


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A diretoria e a comissão técnica planejam montar um time competitivo para finalmente conseguir subir, o que pode permitir que o torcedor comemore o acesso. Na base titular de 2020, na comparação com 2021, apenas o volante Geovane e o meia Gabriel permaneceram na grupo, e tiveram seu contratos renovados. Além deles, o gestão confirmou mais nove atletas para disputar as competições estaduais e nacionais de 2022.
