JHC chama fala de Renan Filho sobre Iprev de “fake news” e exibe certidão do MPF
Candidato apresentou documento com “nada consta”; processo judicial menciona seu “possível envolvimento” no caso

O candidato ao Governo de Alagoas JHC (PSDB) reagiu, neste sábado (12), às declarações de Renan Filho (MDB) sobre o caso envolvendo aplicações do Iprev Maceió no Banco Master. Em uma publicação nas redes sociais, JHC classificou a fala do adversário como mentirosa e apresentou um card com uma certidão do Ministério Público Federal.
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“Essa turma não cansa de mentir, e isso tem nome: desespero! Só esqueceram de uma coisa: mentira tem perna curta. Aqui não, Renanzinho!”, escreveu.
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No card publicado, JHC exibiu uma certidão emitida pelo Ministério Público Federal no dia 2 de setembro com a expressão “nada consta”. A campanha do candidato sustenta que o documento comprova a inexistência de investigação contra ele.
A reação ocorreu depois de Renan Filho publicar um vídeo afirmando que JHC é investigado “em razão do seu possível envolvimento” no caso Iprev-Banco Master. O emedebista também cobrou explicações sobre os R$ 97 milhões aplicados pelo instituto em letras financeiras do banco.


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Em nota, a assessoria de JHC acusou Renan de utilizar um trecho antigo e descontextualizado do processo. A campanha afirmou ainda que o adversário já foi punido pela Justiça Eleitoral por tentar associar a imagem de JHC às apurações sobre o Iprev.
“Não existe nenhuma investigação contra JHC, como comprova a certidão do Ministério Público Federal, emitida no dia 2 de setembro, em que é publicado o ‘nada consta’ de JHC”, declarou a assessoria.
Segundo a campanha tucana, decisões anteriores da Justiça Eleitoral classificaram como “sabidamente inverídicas” declarações utilizadas para ligar JHC ao caso, determinaram a retirada de inserções e concederam direitos de resposta. Essas informações foram apresentadas pela assessoria do candidato.
A peça judicial citada por Renan, por sua vez, registra que o MPF mencionou o “possível envolvimento” de João Henrique Caldas e informou que ele figurava formalmente como responsável legal pela unidade gestora do Iprev. Essa condição e a conexão com investigações mais amplas sobre o Banco Master foram consideradas na decisão que enviou os autos ao Supremo Tribunal Federal.
