Flávio Bolsonaro promete regularização de terras no Pará e acusa Lula de retaliação política
Em moto-carreata em Marabá, candidato defendeu a propriedade privada e recebeu apoio do governador eleito, Dr. Daniel

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) prometeu ampliar a regularização fundiária no Pará e garantir apoio aos produtores rurais durante uma moto-carreata em Marabá. Ao lado do governador eleito Dr. Daniel (Podemos), o presidenciável também acusou Lula de agir por vingança e afirmou, sem apresentar evidências no relato divulgado pela campanha, que o presidente retaliaria o estado após a derrota de seus aliados.
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“Nosso governador Daniel se elegeu em primeiro turno contra os Barbalhos e, como o presidente Lula é vingativo, ele vai se vingar contra o povo do Pará”, declarou Flávio.
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Durante o discurso, o candidato afirmou ter ouvido de moradores de Marabá, Altamira e de outras cidades paraenses reclamações sobre dificuldades para trabalhar e produzir. Disse que pretende realizar “a maior regularização fundiária que o Pará já viu” e defendeu o respeito à propriedade privada.
“Só me pediram uma coisa, e olha que coisa nobre que me pediram: falavam assim: ‘Flávio, nós só queremos trabalhar e o governo não deixa’”, afirmou.


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Na área da segurança pública, Flávio prometeu endurecer o combate ao crime organizado e citou a proteção das pessoas e de seus bens. O candidato também declarou que pretende propor a castração química para condenados por estupro.
Dr. Daniel, eleito governador do Pará no primeiro turno, agradeceu o apoio do PL e defendeu uma parceria com o governo federal para atender às demandas do estado. Entre as prioridades, citou infraestrutura, saúde e abastecimento de água.
“No ano que vem, eu quero estar lá junto com você para que a gente resolva pautas importantes do nosso estado. Hoje, o nosso cidadão precisa trabalhar; hoje, o setor produtivo nesse estado sofre porque nós não temos a mão amiga do governo federal”, afirmou.
O governador eleito também criticou os grupos que comandaram o estado. “Nós precisamos de obras estruturantes para essa região; a gente precisa de uma saúde melhor, precisamos trabalhar para levar água na torneira de cada cidadão”, declarou.
