Influenciadora brasileira usa lenço, mas diz ter sido "constrangida" a cobrir o corpo por excesso de tatuagens em mesquita na Turquia
"Achei que estava respeitando o código de vestimenta, mas fui constrangida", afirma Ravena Hanniely

A influenciadora brasileira Ravena Hanniely, de 25 anos, afirma que foi "constrangida" a cobrir o corpo durante uma visita a uma mesquita em Istambul, na Turquia. Segundo ela, mesmo usando lenço na cabeça e acreditando que estava seguindo o código de vestimenta do local, foi orientada a cobrir as tatuagens que estavam à mostra, principalmente no braço direito.
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Ravena conta que estava em viagem pela Turquia e decidiu visitar uma das mesquitas mais conhecidas de Istambul, mesmo sabendo que estaria em um espaço religioso com costumes e regras diferentes. Para a ocasião, escolheu um vestido e colocou um lenço na cabeça antes de entrar no local. "Eu estava viajando pela Turquia e quis conhecer uma mesquita, porque é um lugar histórico e muito importante. Eu sabia que era um país com uma cultura diferente, então escolhi um vestido que achei adequado, coloquei o lenço e entrei sozinha. Depois de algum tempo lá dentro, fui abordada por um segurança", afirma.
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A influenciadora conta que, mesmo sem entender exatamente o que o segurança dizia no primeiro momento, percebeu que a orientação era para que saísse do local e voltasse com uma roupa que cobrisse melhor as tatuagens. Segundo Ravena, a tatuagem no braço direito foi a que mais chamou atenção durante a abordagem. "Eu não entendi tudo o que ele falou, porque havia uma barreira de idioma, mas ficou claro que ele estava pedindo para eu sair e me cobrir melhor. Ele apontava para as minhas tatuagens, principalmente para o meu braço direito. Na hora, entendi que aquilo tinha chamado atenção dentro da mesquita", afirma.
Ravena afirma que entende a importância de respeitar os costumes locais e diz que a situação serviu de alerta para pesquisar melhor as regras antes de visitar espaços religiosos em outros países. A influenciadora, que já declarou publicamente o desejo de remover parte das tatuagens e chegou a falar em um investimento de até R$ 40 mil para o processo, afirma que o episódio reacendeu uma questão pessoal.


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"Eu entendo que cada país tem sua cultura e acho que, quando a gente viaja, precisa procurar saber mais sobre os costumes antes de visitar certos lugares. Foi a primeira vez que me senti constrangida por achar que não estava respeitando uma cultura, mesmo sem ter essa intenção. Eu já vinha repensando algumas tatuagens, então viver isso dentro de uma mesquita mexeu comigo de outra forma", conclui.
