Idosa processa Rodrigo Faro e pede indenização na Justiça
Rodrigo Faro é processado por suposta propaganda enganosa

O apresentador Rodrigo Faro passou a responder a uma ação judicial relacionada à divulgação de uma empresa do setor financeiro. A informação foi revelada pela coluna de Fábia Oliveira, que teve acesso aos documentos do processo. A ação também tem como ré a empresa Triê Soluções Financeiras, responsável por oferecer serviços voltados à renegociação de financiamentos de veículos. Segundo o relato apresentado à Justiça, a autora da ação afirma que decidiu contratar a empresa após assistir às campanhas publicitárias estreladas pelo comunicador, que transmitiam confiança sobre os resultados prometidos.
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De acordo com os documentos obtidos pela coluna de Fábia Oliveira, a aposentada Iris Conceição Rodrigues Biscaia afirma que a empresa garantia reduzir juros considerados abusivos em contratos de financiamento de automóveis. No entanto, ela sustenta que os serviços contratados não foram executados conforme o combinado. A cliente alega que não houve recálculo da dívida nem negociação com a instituição financeira responsável pelo financiamento. Ainda segundo seu relato, a falta dessas medidas teria resultado na apreensão do veículo, gerando prejuízos financeiros e motivando a abertura do processo contra a empresa e contra o apresentador.
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Autora atribui responsabilidade ao apresentador
Na ação, Iris Conceição Rodrigues Biscaia também responsabiliza Rodrigo Faro pela divulgação dos serviços da Triê Soluções Financeiras. Conforme o processo, a aposentada entende que o apresentador reforçou a credibilidade da empresa ao participar das campanhas publicitárias e ao transmitir segurança sobre a eficácia da solução oferecida. Para a autora, essa divulgação caracterizaria propaganda enganosa, já que, segundo sua versão, os serviços anunciados não corresponderam ao que foi efetivamente prestado. Por esse motivo, ela incluiu o artista entre os réus da ação judicial.


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Entre os pedidos apresentados à Justiça, a autora solicita que Rodrigo Faro e a Triê Soluções Financeiras sejam condenados a devolver aproximadamente R$ 26 mil, valor relacionado aos prejuízos alegados, além do pagamento de indenização por danos materiais, cujo montante deverá ser definido ao longo do processo. Ela também requer uma compensação de R$ 10 mil por danos morais, a devolução do automóvel à sua posse e o reconhecimento formal de que houve prática de propaganda enganosa. Até o momento, não há decisão judicial sobre o caso, que segue em tramitação.
