He-man sempre foi “desenho de gay”? Entenda críticas ao novo filme
Com um desempenho abaixo do esperado nas bilheterias, reputação do personagem dos anos 1980 foi revisitada pelos internautas

A nostalgia dos anos 1980 parece não ter sido suficiente para impulsionar o lançamento de Mestres do Universo, nova adaptação do personagem He-Man para as telonas, que amargou uma bilheteria aquém do investimento milionário da produção. Além do resultado pouco satisfatório, o filme também trouxe uma série de comentários negativos à forma como o herói foi retratado – muito menos másculo e viril do que alguns dos internautas se lembravam.
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No final de semana de estreia, Mestres do Universo arrecadeou nos cinemas em todo o mundo cerca de US$ 54 milhões (cerca de R$ 279,5 milhões), pouco mais de um terço do investimento estimado em cerca de US$ 170 milhões (cerca de R$ 877 milhões). No Brasil, a bilheteria foi de aproximadamente R$ 22,23 milhões.
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As críticas vêm de antes do lançamento do filme. A escolha do protagonista, Nicholas Galitzine, por exemplo, foi duramente rejeitada pela suposta falta de semelhança do artista com o personagem. Vale lembrar que o ator alcançou reconhecimento do público após estrelar Vermelho, Branco e Sangue Azul, um romance em que interpreta um príncipe homossexual.
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